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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

2008 - Viagem a Espanha e Itália - Parte I

Viagem realizada de 27.08 a 19.09.2008, com visita à Expo 2008 e passagem por Andorra e França.

Na imagem abaixo está apresentado o percurso efectuado.1º Dia - Pinhal do General/Zaragoza - 919.4 Km

Este ano saímos do Pinhal do General, ao contrário do que é costume, às 05.30 da manhã e fomos apanhar a A2 e depois a A6 até à fronteira do Caia, por onde entrámos em Espanha às 07.30 (08.30 espanholas).
Em Espanha fomos pela A5 até Madrid, tendo um pouco antes desta cidade entrado na auto-estrada R5, para fugirmos ao trânsito. Mais à frente entrámos na A2 para Zaragoza. Chegados a esta cidade, dirigimo-nos para o novo Camping Ciudad de Zaragoza ou Camping Municipal El Canal, que abriu este ano por alturas do início da Expo 2008. Chegámos pelas 18 horas. Este camping é muito bom, embora como é compreensível, tenha ainda poucas sombras. Quanto a instalações sanitárias são excelentes. Já fazia falta a esta cidade ter um camping assim, pois desde o fecho do Camping Casablanca não havia nenhum na cidade. É óptimo também, por ter muito perto da entrada autocarros para o centro da cidade.

2º Dia - Zaragoza (Expo) - 0 Km

Saímos do camping por volta das 8 horas e fomos apanhar o autocarro para a Expo, que partia das traseiras do Centro Comercial Alcampo e ía mesmo até à Expo.
O recinto da Expo abria às 09.30 e os pavilhões abriam às 10 horas. Para adquirir os bilhetes havia uma grande fila, apesar de haver várias bilheteiras e para entrar no recinto havia uma rigorosa inspecção às pessoas e bagagens, tendo estas de passar por máquinas de raios-x e as pessoas por uns detectores de metais como nos aeroportos.
A Expo Zaragoza 2008 é subordinada ao tema "Água e Desenvolvimento Sustentável" e encontra-se localizada nas margens do rio Ebro.
A sua mascote, o Fluvi, foi inspirada numa gota de água e foi desenhada pelo catalão Sergi López Jordana.
Quando comprámos as entradas, comprámos também os bilhetes para o teleférico, ou telecabine.
Entrámos pela Puerta del Pabellón-Puente e após a entrada, atravessámos o Pabellón-Puente, que é uma ponte pedonal sobre o rio Ebro e que vai dar ao recinto própriamente dito. Visitámos alguns pavilhões, tendo escolhido aqueles com menor afluência de público, para assim podermos ver o maior número possível. De salientar que alguns, como o da Alemanha e o da Espanha por exemplo, tinham filas com várias horas de espera e que por esse motivo não visitámos. Também não visitámos o Acuario Fluvial, que é o maior aquário de água doce da Europa e realiza um percurso natural pelos cinco maiores rios do Planeta (Nilo, Mekong, Amazonas, Darling Murray e Ebro). Como não podia deixar de ser, visitámos o Pavilhão de Portugal, que estava muito bem localizado, mesmo ao lado do da Alemanha e estava dividido em três áreas: Alerta, Consciência e Mudança. Na área de Alerta, chamava-se a atenção para os problemas reais que as recentes mutações climáticas provocam. Na área da Consciência era chamada a atenção para o essencial e o supérfluo, criticando o desperdício. Na Mudança, procurava-se projectar os visitantes para um futuro melhor, mais atento. Para não perdermos tempo, almoçámos umas sandes num daqueles bares espalhados pelo recinto e de tarde fomos então andar no teleférico. Para o apanhar, tivemos de sair do recinto pela Puerta de la Torre del Agua, onde nos deram uma fita para colocar no pulso e assim podermos voltar entrar. Fomos num e atravessámos todo o recinto e o rio até à outra margem, onde nos apeámos e voltámos a entrar noutro para o regresso, tendo voltado a entrar pela mesma porta.
À noite fomos jantar ao Restaurante do Pavilhão do Nepal e depois disso demos mais uma volta pelo recinto, agora já com os pavilhões fechados e estivemos um pouco junto ao Anfiteatro, onde estava a decorrer um espectáculo musical. Achámos esta Expo muito fraquinha, comparando com outras que já visitámos e até mesmo com a nossa de 1998. No final nem havia fogo de artifício, como é habitual, limitando-se a haver espectáculos musicais.
Regressámos depois ao camping pelos mesmos transportes.

3º Dia - Zaragoza/Orange - 733.2 Km

Saímos do camping às 9 horas e fomos pela A2 até entrar na auto-estrada AP2, seguindo por ela até Fraga, onde saímos e tomámos a direcção de Andorra, onde fomos meter gasóleo em San Juliá de Loria. Após alimentarmos a AC, que já ía com o estômago vazio, voltámos para trás e fomos almoçar no self-service do Centro Comercial Punt de Trobada, que fica quase na fronteira.
Depois do almoço seguimos viagem e na fronteira de Espanha tive de parar, como já é costume, mas não me revistaram a AC limitando-se às perguntas da praxe: Tem tabaco ou bebidas?Seguimos então e em Seu d'Urgel virámos para França, para onde entrámos por Bourg-Madame.Seguimos depois para Perpignan e daqui fomos na direcção de Narbonne, tendo um pouco antes entrado na auto-estrada, porque já se fazia tarde.
Saímos em Orange e ficámos no Camping Le Jonquier, onde chegámos às 19.45.
4º Dia - Orange/Turim - 347.9 Km

Saímos do camping às o9.15 e fomos na direcção de Gap. Daqui seguimos para Briançon e depois para Montgenèvre, onde parámos para almoçar.
Depois do almoço entrámos em Itália e continuámos a viagem até Turim, tendo chegado a casa da C. às 16 horas. Assim que chegámos ficámos admirados com a R., que está muito lourinha e quando nasceu tinha o cabelo preto. A C. também já está crescidinha e fala pelos cotovelos, apesar de não percebermos metade do que diz.

5º ao 9º Dia - Turim - 0 Km
Estivemos estes cinco dias em casa da C., pois ela ainda não foi trabalhar (de baixa por parto) e as meninas também ainda estavam em casa. Deu para matar saudades e brincar com as netas. Algumas vezes íamos até ao parque e nada de especial se passou.
Continua...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

2007 - Páscoa em Turim, Itália de 6 a 18 de Abril.

Hoje não vou descrever nenhuma viagem como habitualmente faço, mas simplesmente publicar algumas fotos da minha ida a Turim, pela Páscoa de 2007.
Desde 2001 que vou passar a Páscoa a Turim com a minha filha e genro e agora as netas. Por esse motivo, resolvi também partilhar algumas imagens daquela cidade e de alguns lugares ao longo do percurso.
Normalmente, quando vou com este destino e não em passeio, vou por auto-estrada até Orange, onde saio e sigo por estrada nacional (D94 e D994) na direcção de Gap e a partir desta cidade pela N94, passando depois pelo Lac Serre-Ponçon, que é um lago enorme,

onde existe uma pequena ilha, na qual está construída a Chapelle St.-Michel.

Atravessamos depois uma ponte sobre este lago, que vai dar a Savines-le-Lac, que é uma pequena localidade à beira do lago, bastante turística e onde fazem passeios de barco pelo lago.

Continuamos depois pela N94 até Briançon

e a partir daqui começamos a subir para o Col de Montgenèvre, que nesta altura está quase sempre com neve e onde um ano tive mesmo de voltar para trás e dar uma grande volta, pois a estrada estava cortada.

Mais à frente passamos a fronteira para Itália e a estrada passa a ser a SS24, sendo logo a seguir Claviere, que é a primeira localidade italiana.

Este percurso, práticamente desde Orange, é todo ele muito bonito, pois começa por ser através de vinhas, depois ao lado do lago e finalmente a montanha.
Depois de entrar em Itália começamos a descer a montanha até Oulx, onde entramos na auto-estrada A32 e seguimos por ela até Turim.
Vou agora apresentar algumas imagens desta cidade




Seguem-se mais algumas...


e ainda mais estas.


Apresento em seguida imagens do Parco Valentino, que é um parque à beira do rio Pó e um de entre muitos que existem em Turim.




No regresso de Itália viemos pelas mesmas estradas, passámos por Avignon, onde pernoitámos

e seguimos na direcção de Andorra, tendo passado no Col du Chioula, que fica a 1431 metros de altitude.

Entrámos em Andorra por Pas de la Casa

e depois de atravessar este principado, seguimos por Espanha até Portugal e já no nosso país viajámos até casa.

sábado, 5 de dezembro de 2009

2006 - Viagem a França e Itália (Parte II)

8º Dia - Pontarlier/Baveno - 360 Km

Saímos do camping às 08.30 e voltámos para trás, para ir meter gasóleo nas bombas do supermercado L'Clerc, que tínhamos visto ontem ao passar. Demos ainda uma volta com a AC, tendo ido até à Gare
e passámos também na Porte Saint Pierre.

Seguimos depois pela estrada N57 até à fronteira da Suíça na direcção de Lausanne, e a partir da fronteira, onde estavam 14ºC, passámos a circular pela N9 até Lausanne.
Em Lausanne, quando estávamos parados num semáforo, parou ao nosso lado um emigrante português que nos falou. Levava ao seu lado um cãozito pequeno que parecia uma grande fera, pois não parava de ladrar.
Continuámos a partir daqui sempre ao lado do Lago Léman ou Lago de Genève, que é o segundo maior lago da Europa Ocidental, pela N9 até Montreux e nesta estrada verificámos que estávamos a atravessar uma zona vinícola, pois por toda aquela encosta que descia até ao lago, só se via vinha e o mais curioso é que estavam todas cobertas por uma rede que pensámos ser por causa dos pássaros.

De salientar que a fronteira com a França corta este lago ao meio no sentido do comprimento.
Sem parar nesta cidade, pois também não tínhamos francos suíços para os parquímetros,

continuámos pela mesma estrada até Bex, onde vimos uma indicação de umas minas de sal e virámos para lá, pensando que poderíamos pagar com o cartão de crédito.
Como já eram horas de almoço, parámos num parque e aí almoçámos. Depois do almoço fomos até às minas, mas como não vimos ninguém e nos pareceram não ser nada de especial, pois até pareciam estar abandonadas, voltámos para trás e continuámos pela N9 até Saint-Maurice, onde desta vez vimos a indicação de umas grutas que eram anunciadas como as mais espectaculares da Suíça.
Dirigimo-nos para lá e parámos num parque ali próximo. Para chegar à entrada da gruta, fomos cerca de 15 minutos sempre a subir, por um caminho íngreme e com um piso péssimo.

Logo no início da subida passámos pelo Castelo dos Governadores.

Verificámos nessa altura que eram as Grottes aux Fées e que foram as primeiras grutas da Suíça abertas ao público, em 1863. A temperatura no interior era de 10ºC e pudemos adquirir os bilhetes de entrada, pagando em euros.
A gruta não era nada de especial, limitando-se a ser um túnel na rocha, com 504 metros de comprimento e um desnível de 17 metros, que terminava num pequeno lago alimentado por uma cascata, que caía de uma altura de 77 metros.

Para sair, tivemos de voltar pelo mesmo caminho por onde tínhamos entrado. Enquanto estivemos dentro da gruta não entrou mais ninguém, pois teriam forçosamente de passar por nós e isso não aconteceu. Se estas eram as grutas mais espectaculares, como estavam anunciadas, imagino as outras.
Depois de sair, descemos o mesmo caminho e já na AC, continuámos pela N9 até Martigny e daqui para Sion e Brig,


virando nesta cidade, mas continuando na mesma estrada, para Simplonpass e Gondo, onde passámos a fronteira para Itália.

Seguimos então pela SS33 e a primeira localidade italiana logo a seguir à fronteira, foi Iselle. Continuámos até Baveno, nas margens do Lago Maggiore, onde ficámos no Camping Orchidea, tendo chegado às 19.30.

Este camping fica à beira do lago, na parte norte e tem uma praia privativa, com areia.

9º Dia - Baveno/Turim - 186 Km

Ontem depois do jantar começou a chover e a fazer alguma trovoada, mas acabou por passar.
Saímos do camping às 9 horas e seguimos sempre encostados ao lago, pela SS33 até Arona, que fica quase no sul do lago, onde fomos visitar o Sacro Monte de Arona.

Nele se encontra a Igreja de S. Carlo

e mais acima a Estátua de S. Carlo, que se ergue ao cimo de uma rampa e que tem a altura total de 35 metros, sendo 23,5 metros a altura da estátua e 11,5 metros o suporte.

O projecto inicial do Sacro Monte previa a construção de 15 capelas, serpenteando desde o lago até à praça actual e narrando visualmente através de estátuas e de frescos, os acontecimentos mais importantes da vida do santo (S. Carlo Borromeo). Por causa das guerras e dificuldades económicas, este projecto nunca foi elaborado, ficando-se pela estátua que foi erguida em 1624 e pela igreja.
Subimos até ao terraço que fica no cimo do suporte e aos pés da estátua, através de uma escada em caracol. De lá tinha-se uma vista espectacular sobre o Lago Maggiore.

No interior da estátua também se podia subir até aos ombros, mas ficámo-nos pelo terraço.
Após esta visita, continuámos pela SS142 para Biella e depois pela SS143 até Cavagliá, onde entrámos na SS593 que no fundo é a continuação da SS143 e a seguir, em Cigliano, na SS11 para Chivasso, tendo mais à frente desta cidade entrado na auto-estrada A4 para Turim e depois na tangencial até Grugliasco, onde chegámos a casa da C. às 15.30.
A C. (nossa neta) já está muito crescida e já gatinha e quer andar, mas ainda só agarrada. Também já tem seis dentes, dois em baixo e quatro em cima. Ela estranhou um pouco quando nos viu, mas passado um bocado já não era nada com ela e só queria brincar.

10º ao 17º Dia - Turim (Grugliasco) - 26.4 Km

Estivemos estes dias em Turim, mais própriamente em Grugliasco, em casa da C.
Saíamos de casa por volta do meio-dia e íamos como de costume ter ao emprego dela, na Piazza Solferino, para ir os três almoçar.

Depois do almoço dávamos uma volta, tendo num dos dias ido até ao Parco Cavalieri di Vittorio Veneto, que é junto ao Estádio Olímpico onde teve lugar a abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno deste ano.

Num dos extremos do parque existe uma área de ACs e logo a seguir está uma zona militar, com campos de jogos, onde os militares vão fazer exercícios.
A meio do parque, em frente do estádio há um canal de água com cerca de 150 metros.

Há também uma zona para as crianças, com parque infantil e um carrossel.






Às 17.30 estávamos novamente junto do emprego da C. e quando ela saía íamos buscar a C. (neta) ao asilo (infantário), que ficava perto e seguíamos para casa.
Algumas vezes fomos até ao Parco Ruffini com a C. (neta), a C. e o F. e também andámos na zona onde estão a construir a futura casa deles, que fica próxima do parque, tendo verificado que já está bastante adiantada.
No parque a C. andava nos baloiços e nos escorregas e gostava muito, sendo que nos escorregas se lançava por ali abaixo, sem medo nenhum.
Também fomos um dia até ao Parco Pellerina ou Mario Carrara, que fica ao fundo do Corso Regina Margherita e que é muito grande, sendo um dos maiores parques da cidade, com cerca de 837000 m2 e um total de cerca de 10000 àrvores.

É atravessado em diagonal pelo rio Doria Riparia que vai desaguar no rio Pó.

Conta com um ringue de patinagem, campos de jogos, lagos,etc.

No 14º dia esteve práticamente todo o dia a chover e a temperatura baixou bastante. Eu apanhei uma valente constipação e andei a comprimidos durante três dias.
No 15º dia também choveu, mas já com menos intensidade e no 16º dia , embora também chovesse por alguns periodos, já esteve um pouco melhor.
No 17º dia continuou uma chuva miudinha, que vinha de vez em quando.

18º Dia - Turim/Fraga - 998.6 Km

Saímos de casa e de Turim às 07.45 e fomos pela auto-estrada A32 até Oulx, onde saímos para a SS24, indo nela até Claviere onde passámos a fronteira para França às 09.15 e entrámos a partir daqui na N94.

Parámos logo à entrada de Montgenèvre, numa àrea de ACs que ainda estava a ser construída, onde tomámos o pequeno almoço.

Após este, continuámos a viagem na direcção de Briançon e daqui para Gap, continuando depois na direcção de Orange e tendo parado para almoçar um pouco antes da fonte.
Depois do almoço prosseguimos, tendo parado na fonte, como é costume, para nos saciarmos.
Continuámos até Orange, onde entrámos na auto-estrada A9, por onde seguimos até Le Perthus, que é a fronteira com Espanha.
Entrámos em Espanha e seguimos pel AP7 até Barcelona, onde entrámos na A2, tendo saído dela para Fraga, onde ficámos no Camping Fraga, ao qual chegámos às 22 horas.
Depois de nos instalarmos, fomos jantar ao Restaurante do mesmo.

19º Dia - Fraga/Algueirão - 1116.4 Km

Saímos do camping às 9 horas e voltámos a entrar na A2 na direcção de Zaragoza, tendo depois continuado na mesma autovia até Madrid. Parámos para almoçar num restaurante à beira da estrada, ainda antes de chegar a Madrid.
Depois do almoço continuámos e passámos Madrid, entrando depois na A5 com destino a Badajoz e a Portugal.
Entrámos em Portugal às 20 horas (19 horas portuguesas) e saímos logo no Caia para ir ao supermercado Modelo, comprar qualquer coisa para comer. Voltámos para trás e entrámos na auto-estrada A6, tendo parado para jantar na àrea de serviço de Estremoz.
Depois de jantar continuámos pela auto-estrada até à Ponte 25 de Abril

e desta, pelo IC19 até ao Algueirão, onde chegámos pelas 22.30, tendo chegado ao fim desta viagem.

ESTATÍSTICA


__ Total de quilómetros: 5359.8
__ Total de gasóleo: 535.6 litros
__ Consumo médio aos 100 Km: 9.992 litros
__ Despesa com gasóleo: 547.08 €
__ Despesa com portagens: 85.55 €
__ Total de noites em campings: 9
__ Despesa com campings: 114.35 €
__ Despesa média com campings:
____________ Espanha: 13.25 €
____________ França: 11.26 €
____________ Itália: 20.30 €

Obs.: 2 Pessoas e autocaravana