Mostrar mensagens com a etiqueta Escorial. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escorial. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de julho de 2008

1994 - Viagem ao Futuroscope (França) e Salou (Espanha), efectuada de 31.07 a 25.08 com passagem por Andorra, num total de 4434.7 Kms percorridos.

No mapa abaixo está reproduzido o percurso realizado. Mais um ano a ficar por perto.

1º Dia - Algueirão/Torquemada - 782.5 Kms

Saímos do Algueirão e fomos por Lisboa, entrando de seguida na A-1. Parámos na área de serviço de Santarém para tomar o pequeno almoço. Quando arrancámos a M.A. viu que tinha a bolsa aberta, mas não deu por falta de nada. Um pouco mais à frente lembrou-se que não tinha a carteira dos documentos e tivemos de voltar para trás. Após já termos andado 32 Kms, saímos da auto-estrada na saída para Fátima e voltámos a entrar no sentido de Lisboa. Uma vez na área de serviço, tivemos sorte pois alguém já tinha entregue a carteira e então depois de a recuperarmos, retomámos a nossa viagem.
Almoçámos ainda em Portugal e passámos a fronteira para Espanha em Vilar Formoso. Seguimos por Salamanca e fomos ficar em Torquemada, no Camping Puente Romano, já nosso conhecido do ano passado.

2º Dia - Torquemada/Poitiers - 850.6 Kms

Saímos de Torquemada e fomos direito a Burgos, onde entrámos na auto-estrada, indo por ela até à fronteira de Irun. Entrámos em França por estrada nacional, mas já em França o trânsito era tão intenso que resolvemos entrar novamente na auto-estrada passados alguns quilómetros, pois caso contrário não andávamos nada e não chegaríamos a Poitiers como queríamos, tendo de dormir pelo caminho.
Chegados a Poitiers fomos ficar no Camping Du Bois de Chaume, onde montámos o atrelado, indo depois jantar ao McDonalds. Hoje a C. fez 20 anos.

3º Dia - Poitiers (Futuroscope) - 33.1 Kms

Hoje fomos passar o dia ao Futuroscope, que é o Parque Europeu de Imagem. Está situado no departamento de Vienne a 10 Km de Poitiers e abriu ao público no dia 31 de Maio de 1987. Logo à entrada temos o Monde des Enfants, que é composto por um lago onde circulam triciclos aquáticos com umas rodas enormes.
Fomos depois ao Cineautomate, que é uma sala de cinema onde assistimos a um filme em que era o público que ía escolhendo o desenrolar da história, através de votação electrónica, podendo optar entre dois caminhos e ganhando o caminho mais votado.
A seguir fomos às Paysages d'Europe, que é um labirinto aquático, o qual é percorrido de barco ao mesmo tempo em que vamos assistindo a diversas imagens da Europa projectadas em espelhos, o que dá um conjunto verdadeiramente espantoso.
Findo este percurso de barco, fomos depois ao Pavillon de la Vienne, mas não entrámos porque tinha ocorrido uma avaria enquanto esperávamos para entrar, a qual não reparariam em tempo útil.
Fomos então ao Tapis Magique, que é uma sala de cinema com a curiosidade de ter dois ecrãs de 700 m2, sendo um defronte de nós como é habitual e o outro no chão por debaixo das cadeiras onde estávamos sentados, o que nos dá a sensação de estarmos envolvidos na imagem.
A seguir fomos aos Cinemas Dynamique 1 e 2, que são simuladores que nos levam, um num comboio através de uma gruta ou mina em alta velocidade e onde vão acontecendo várias peripécias. O outro, num trenó percorrendo o circuito numa pista de gelo, também em alta velocidade.
Fomos depois ao Gyrotour, que é uma roda gigante na horizontal, a qual vai girando à roda e ao mesmo tempo vai subindo, elevando-se a 45 metros de altura e de onde se tem uma vista inolvidável.
Após descermos, fomos para o Kinemax, que é um edifício com umas formas futuristas e que no interior tem um ecrã da altura de um prédio de sete andares, onde também assistimos a um filme.
A seguir fomos ao Pavillon du Futuroscope, onde somos levados numa viagem desde o infinitamente pequeno até ao infinitamente grande, em companhia de Cristóvão Colombo. De salientar que neste pavilhão havia uma guia portuguesa, que ouvindo-nos falar nos perguntou se éramos portugueses e tendo a partir daí a gentileza de nas explicações que ía dando aos visitantes, falar primeiro em português, portanto só para nós e só depois explicava em francês para os restantes.
Depois deste pavilhão, fomos tomar lugar no Theatre et son Lac, onde iria decorrer um inesquecível espectáculo nocturno de jactos de água, música e raios laser. À hora de começar, como não estando ainda suficientemente escuro, esteve lá um animador para ir distraindo o público. O espectáculo é impossível de descrever, só realmente sendo visto e mesmo assim em vídeo não tem a mesma espectacularidade que ao vivo.
Quando acabou o espectáculo ainda fomos ao 360º, que é uma sala de cinema em 360º, como já tínhamos visto em Sevilha na Expo 92. Como a noite já ía alta e porque o parque ía fechar, voltámos para o camping, tendo ainda deixado alguns pavilhões por visitar.

4º Dia - Poitiers/S. Nicolas de la Grave - 411.8 Kms

Saímos de Poitiers e fomos para Angouléme pela N10. Daí seguimos para Périgueux pela D939 e depois para Bergerac e Agen pela N21. Em Agen entrámos na N113 para Toulouse e ficámos logo um pouco mais à frente no Camping Du Plan d'Eau, próximo de S. Nicolas de la Grave. Pelo caminho parámos numa área de descanso, onde tomámos um café oferecido pela Prevenção Rodoviária Francesa, que também nos ofereceu duas caixinhas de cereais e donde ainda trouxe dois pacotes de comida para cão, pois o "Nico" apesar de ter ficado em casa também tinha direito a uma lembrança.
No camping ficámos aborrecidos, porque a senhora da recepção saiu sem nos ter ligado a electricidade e então tivemos de jantar com a gambiarra ligada ao isqueiro do carro. Mas como se isto não bastasse, também acabou o gás quando estávamos a começar a fazer o jantar e como não tínhamos outra garrafa, tivemos de alterar a ementa. No fim disto tudo e antes de ir para a cama, fui ver a portinhola da electricidade e verifiquei que a mesma estava aberta. Liguei o cabo e fiquei logo com luz e a geleira a funcionar. A senhora ficou logo ali perdoada, a culpa tinha sido nossa. E assim tive de beber água ao jantar, podendo ter bebido uma cervejinha fresquinha.

5º Dia - S. Nicolas de la Grave/Andorra - 304.5 Kms

Saímos do camping e fomos pela N20 até Foix e daí até Andorra, tendo em Andorra la Vella ido logo direito ao Camping La Valira, que era o mesmo do ano passado, mas que já se encontrava cheio. Fomos então mais para a frente e ficámos no Camping Riberaygua.

6º Dia - Andorra la Vella - 27.7 Kms

Hoje fomos até ao centro da cidade e andámos por lá a girar. Almoçámos lá e passámos o resto da tarde às voltas e a fazer algumas compras. Regressámos ao camping ao fim da tarde.

7º Dia - Andorra/Salou - 280.2 Kms

Saímos do camping e até à fronteira, que são apenas 7 Kms, demorámos uma hora pois apanhámos muito trânsito. Na fronteira, pela primeira vez desde que visitamos Andorra, fizeram-nos abrir o atrelado para revista após o que seguimos viagem, tendo voltado a apanhar imenso trânsito alguns quilómetros antes de chegar a Tarragona. De Tarragona continuámos até Salou e quando chegámos ao Camping Sanguli ( o mesmo do ano passado ), eram umas 15.30, este já se encontrava cheio. Um dos guardas, perguntando-me por quantos dias era e dizendo eu que era até ao fim do mês, mandou-me ir à recepção e então deixaram-nos entrar para o parque de estacionamento a fim de aí pernoitarmos e entrar na manhã seguinte. Ao ir para lá verificámos que já se encontravam outros nas mesmas condições.

8º ao 26º Dia - Salou e arredores - 287.9 Kms

Na manhã do 8º dia levantámo-nos cedo, pois tínhamos de estar às 8 horas na recepção para entrar. À hora marcada lá fomos e já havia uma bicha de carros para entrar, mas estavam a dar senhas numeradas à medida que íam chegando, tendo entretanto reservado as primeiras para os que tinham pernoitado no parque de estacionamento, como nós. A mim coube o nº 3 mas já havia para cima de 30, de maneira que depois de regularizar a situação na recepção, fui logo dos primeiros a entrar. Entretanto eu já tinha ido dar uma volta pelo camping para ver os lugares e tinha verificado que havia lugares na zona onde tínhamos ficado o ano passado, que era para onde queríamos também ir este ano.
Quando nos foram levar ao local onde ficar, ía um rapaz de bicicleta a ver os lugares vagos e ía distribuindo as pessoas. Eu era o primeiro de um grupo de seis ou sete carros que seguia atrás do rapaz e a dada altura disse-lhe que havia lugares naquela zona e que preferia lá ficar, ao que ele me respondeu que sim. Ficámos então na mesma rua do ano passado, mas num lugar em frente.
Montámos o atrelado e pela primeira vez montámos também o avançado, pois iríamos ficar vários dias. Eu transpirava por tudo o que era sítio, pois estava bastante calor e havia uma parte do avançado que não queria encaixar, de maneira que demorámos imenso tempo até darmos por concluído o nosso trabalho. Logo que acabámos fui tomar um banho e depois fomos descansar, mas o ar estava abafado, fazia um calor danado e não corria vento e isto logo pela manhã. De tarde a C. e o N. foram para a piscina e arranjaram logo uns amigos italianos e à noite foram sair até uma discoteca. O calor continuou por toda a tarde e a noite.
Durante os dias seguintes, ora íamos até à praia, ora íamos até à piscina. De vez em quando também passeávamos pela marginal e íamos à noite até uma feira que havia no centro de Salou, onde jogávamos num jogo que havia com camelos e onde podiam sair brindes. Por vezes e quando o calor apertava mais, ficávamos a descansar à sombra.
No 15º dia durante a noite começou uma forte trovoada e a chover. Quando nos levantámos já não chovia, mas estava o tempo encoberto e sem sol. Resolvemos então que estava bom para passear e fomos de carro dar a volta dos mosteiros. Fomos primeiro direito ao Mosteiro de Santes Creus, que não visitámos porque eram 13.20 e ele fechava às 13.30, de maneira que já não deixavam entrar. Como só voltava a abrir às 15 horas, fomo-nos embora e fomos para Poblet, tendo almoçado pelo caminho.
Em Poblet fomos visitar o Mosteiro de Santa Maria de Poblet. Este mosteiro cistercense, foi fundado em 1151 por monges cistercenses franceses. Foi depois abandonado em 1835 e começou a ser restaurado em 1838. Esta restauração durou até 1940. Este mosteiro foi o primeiro de três mosteiros, conhecidos como o triângulo sistercense, que ajudaram a consolidar a Catalunha no século XII. Os outros dois são: Vallbona de les Monges e Santes Creus. Foi considerado Património Mundial da Unesco em 1991. Foi também Panteão dos reis de Aragão e da Catalunha, desde James I de Aragão.
No regresso viemos por Prades e fizemos 23 Kms por uma estrada muito estreita e toda ela em curvas. Seguimos depois por Réus e durante alguns quilómetros, a estrada embora um pouco melhor, ainda tinha muitas curvas.
Durante o dia ainda choveu de vez em quando.
No 16º dia fomos até à praia e à noite e porque era o 22º aniversário do nosso casamento, fomos jantar ao Restaurante La Gaviota, onde comemos a tradicional Paella. Depois de jantar e porque estávamos no dia 15 de Agosto, que em Espanha também é feriado, assistimos ao fogo de artifício que estava a ser lançado junto ao mar. Quando terminou ainda fomos até à feira, onde jogámos em vários jogos e onde nos saíram algumas coisas. A C. e o N. ainda foram andar nos carrinhos de choque e depois regressámos ao camping, onde entrámos mesmo em cima da meia-noite, já estando a começar a fechar os portões.
Durante esta estada em Salou, íamos para a praia, para a piscina, para a feira e íamos quase todas as noites para o anfiteatro, onde assistimos a vários espectáculos tais como: Flamenco pelo grupo "Suspiros de Triana", Cabaret, Dance Party com o grupo "Recital", Jogos Sanguli ( tipo jogos sem fronteiras ), etc..

27º Dia - Salou/El Escorial - 628.3 Kms

Saímos de Salou e fomos direito a Zaragoza e desta cidade para Madrid., onde virámos pela A6 para o Escorial, tendo ficado no Camping El Escorial onde também já havíamos ficado no ano passado.
O nome de Escorial deve-se a uns antigos depósitos de escória procedentes de uma ferraria da zona, dos quais tomou o nome a aldeia situada nas proximidades do lugar onde se veio a construir o complexo de El Escorial e que na actualidade é o município de El Escorial, distinto do de San Lourenzo d'El Escorial, surgido posteriormente junto ao monumento.
O dia esteve sempre com muito calor.

28º Dia - Escorial e arredores - 40.9 Kms

Nesta zona está mais fresco do que aquilo a que vinhamos habituados dos dias anteriores.
Saímos do camping e fomos visitar o Mosteiro de San Lorenzo d'El Escorial, situado junto ao monte Abantos, na serra de Guadarrama. Este monumental complexo foi mandado construir pelo rei Filipe II, para comemorar a vitória na Batalha de San Quintin em 10 de Agosto de 1557, sobre as tropas de Henrique II, rei de França e para servir de lugar de sepultura dos restos mortais de seus pais, o Imperador Carlos I e Isabel de Portugal, assim como dos seus próprios e dos seus sucessores. A obra iniciou-se em 1563 e terminou em 1584. Em 1984 a Unesco declarou este complexo como Património da Humanidade.
Depois da visita regressámos ao camping para almoçar findo o qual ficámos a descansar um pouco, tendo voltado a sair, desta vez para ir visitar o Valle de los Caídos. O Valle de los Caídos é um monumento funerário, construído entre 1940 e 1956 em memória das vítimas da parte dos vencedores da guerra civil espanhola. Foi concebido pelo ditador Francisco Franco e construído por prisioneiros dos vencidos, em trabalho forçado. Este monumento é formado por uma imensa cruz de pedra e uma basílica escavada no interior da rocha e também ele se situa na serra de Guadarrama, no Valle de Cuelgamuros a poucos quilómetros do Escorial. O lugar dá uma sensação de imensidão, tudo é enorme. Uma vez aí, visitámos a Abadia Beneditina de Santa Cruz, onde repousam os restos mortais do ditador.
No final voltámos para o camping e já não saímos.

29º Dia - El Escorial/Algueirão - 787.2 Kms

Durante a noite fez uma forte ventania que quase não nos deixou dormir.
Saímos do Escorial e viemos por Ávila, Salamanca e entrámos em Portugal por Vilar Formoso. Viemos depois pelo IP5 até apanhar a A1 para Lisboa, tendo em Santarém saído dela e indo direito a Almeirim, onde jantámos no Restaurante David Park, tendo saboreado a tradicional Sopa da Pedra.
Viemos a seguir por Vila Franca de Xira, onde entrámos novamente na A1 até Lisboa. Seguimos depois viagem rumo ao Algueirão, onde chegámos já era meia-noite e tendo assim terminado mais esta viagem.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

1993 - Viagem à Eurodisney ( França ) e Salou ( Espanha ), efectuada de 01 a 27.08 com passagem por Andorra, num total de 5522.4 Kms percorridos.

No mapa abaixo, está apresentado o percurso utilizado nesta viagem.



Também este ano não nos afastámos muito.

1º Dia - Algueirão/Torquemada - 720.3 Kms

Saímos do Algueirão e fomos pela A1 até Coimbra, tendo depois seguido até à aldeia de Cabeçadas ( 290.9 Kms ), onde deixámos ficar o meu pai. Neste percurso ía a notar um barulho estranho no carro, tendo já na 2ª circular em Lisboa parado para ir ver se notava alguma coisa. Como não descortinei nada, segui viagem.
De Cabeçadas fomos direitos a Vilar Formoso, onde passámos a fronteira para Espanha. Passámos por Salamanca e fomos ficar em Torquemada, no Camping Puente Romano, onde já havíamos ficado há dois anos.

2º Dia - Torquemada/Saint-Geours de Marennes - 426.3 Kms

Saímos do camping, mas logo à saída verificámos que o barulho vinha do atrelado e que tinha aumentado. Parámos então alguns metros mais à frente, numa área de descanso onde se encontravam duas colegas da M. A. em serviço de apoio aos emigrantes. Apesar de tudo, tivemos sorte em ser ali, pois elas telefonaram para um mecânico próximo que veio logo. Como não pudesse resolver ali o problema, tive de ir atrás dele até à oficina e deixei lá o atrelado, pois o barulho era dos rolamentos que se encontravam gripados e o mecânico teve de os mandar vir de outra localidade e só chegavam à tarde.
Voltámos para a área de descanso e aí estivemos a conversar e a beber café com as ditas colegas. Fomos depois todos almoçar a um restaurante, onde elas costumavam ir e depois do almoço fomos buscar o atrelado e seguimos novamente viagem, tendo com tudo isto partido já passava das 16 horas.
Chegámos a Saint-Geours de Marennes, em França, já passava das 22 horas e ficámos no Camping Les Platanes.

3º Dia - Saint-Geours de Marennes/Blois - 582.1 Kms

Depois de uma noite com alguma chuva e trovoada, saímos do camping, tendo parado em algumas áreas de repouso para descansar e fomos parar em Blois, no Camping Lac de Loire.

4º Dia - Blois/Paris - 210.2 Kms

Saímos de Blois e fomos na direcção de Paris, tendo à entrada desta cidade tomado o rumo de Paris-Est, onde fomos ficar no Camping de Champigny do Touring Club de Paris.
Ficámos no camping o resto da tarde, tendo apenas saído para ir fazer o reconhecimento do caminho para a Eurodisney.

5º, 6º e 7º Dias - Paris ( Eurodisney ) - 287.9 Kms

Nestes três dias fomos para a Eurodisney e ficávamos lá sempre até ao final.
A Eurodisney é o parque temático mais visitado da Europa. Está dividido em quatro áreas distintas; a Discoveryland, a Fantasyland, a Adventureland e a Frontierland, com uma rua central, a Main Street U.S.A. que começa na entrada e termina na Central Plaza.

_Discoveryland lança-nos através de galáxias desconhecidas e explora a aventura e a imaginação.




_ Fantasyland leva-nos ao país da Bela-adormecida e aos contos de fadas e introduz-nos no encanto da companhia de Peter Pan, Pinóquio, Branca de Neve, Alice e outras personagens.

_Adventureland faz-nos visitar a Cabana de Robinson, montada no cimo de uma árvore, a Ilha da Aventura que contém grutas secretas, túneis, quedas de água e uma Ponte Suspensa no Mar das Caraíbas.
_ Frontierland transporta-nos ao mundo do Far-West, com os seus riscos e perigos, os espectáculos de Can-Can no Lucky Nugget Saloon, a viagem turbulenta de comboio numa mina abandonada ou a descida tranquila do Mississipe a bordo de um barco.
_Na Main Street U.S.A., que é uma rua duma pequena cidade americana do princípio do século, encontram-se restaurantes, saloons, lojas de recordações e nela circulam as célebres personagens da Disney, as carruagens puxadas por cavalos, fanfarras, etc.. Quando o sol se põe, esta rua transforma-se numa mágica feira de luz, com as iluminações do espectáculo " Mais luz, mais magia ", que é o desfile eléctrico de Main Street, um desfile único no mundo, com carros alegóricos flutuantes.
No primeiro dia ainda choveu durante a noite, mas depois passou, tendo começado a temperatura a subir, para no último dia estar um calor mesmo forte.

8º Dia - Paris/Tours - 286 Kms

Saímos do camping e de Paris seguindo direito a Orleães. Daqui seguimos para Blois e depois para Chenonceau, onde fomos visitar o seu castelo, que é uma jóia da renascença francesa e que foi construído em 1513. Este castelo tem a originalidade de estar construído no rio Cher, o qual atravessa de uma margem à outra. Tem também ao redor lindíssimos jardins.
Depois da visita seguimos viagem até Tours, tendo ficado no Camping Municipal Rives du Cher.

9º Dia - Tours/Barsac - 390.1 Kms

Saímos de Tours e fomos pela estrada nacional direitos a Bordéus, onde tomámos a direcção de Toulouse, tendo ficado alguns quilómetros mais à frente de Bordéus, numa localidade chamada Barsac, no Camping Les Vignes.

10º Dia - Barsac/Andorra - 429.2 Kms

Saímos do camping e estava a cair uma chuva miúdinha. Continuámos na direcção de Toulouse. Nesta cidade virámos para Andorra, tendo entretando parado de chover.
Quando chegámos a Andorra La Vella, a capital de Andorra, havia muito trânsito o que nos fazia andar a passo de caracol. Andámos mais de uma hora nesta lentidão à procura do camping, pois queríamos ficar num onde já havíamos ficado anos atrás. Como não o encontrámos, resolvemos ir ficar no Camping Valira, onde nos informaram que o outro já não existia.

11º Dia - Andorra La Vella - 32.3 Kms

Hoje passámos o dia em Andorra La Vella, tendo saído do camping e ido até ao centro da cidade, onde parámos o carro e andámos a pé a ver várias lojas e armazéns.
Almoçámos por lá e depois de termos feito algumas compras, regressámos ao camping.

12º Dia - Andorra/Salou - 230.9 Kms

Deixámos Andorra e depois de atravessar a fronteira para Espanha apanhámos alguma chuva, que mais à frente acabou por parar.
Seguimos para Tarragona e nesta cidade continuámos para Salou, que fica cerca de 90 Kms mais à frente. Quando chegámos a Salou, dirigimo-nos para o Camping Sanguli, que achámos esplêndido. Depois da respectiva inscrição na recepção do mesmo, foi um rapaz de bicicleta levar-nos ao local onde iríamos acampar. Era um alvéolo bastante grande, como aliás todos os outros, só pecando por ter poucas sombras, também devido a ser uma zona nova do camping e ter as árvores ainda pequenas. Este camping ficava mesmo em frente à praia, tendo apenas de se atravessar uma rua. Era muito limpo e nas casas de banho havia sempre senhoras de limpeza durante todo o dia e até de noite. Tinha três zonas de piscinas, cada uma delas com duas piscinas de diferentes tamanhos. Junto à zona de piscina da parte nova, que era onde estávamos, havia também um anfiteatro onde se realizavam todas as noites diferentes espectáculos, desde danças e folclore a peças de teatro e concursos. Este anfiteatro era formado por um círculo, onde num dos topos havia um palco e ao centro havia uma pista ou arena. Em toda a volta havia vários degraus que serviam de bancos, tendo à frente mesas em pedra para consumo de bebidas e por onde circulavam os empregados para nos servirem.

13º ao 23º Dia - Salou e arredores - 567.3 Kms

Durante estes dias íamos de manhã para a praia e vínhamos almoçar ao camping. De tarde íamos para a piscina ou ficávamos a descansar. À noite, como havia sempre espectáculos no anfiteatro, íamos até lá assistir.
No dia 15, dia do nosso 21º aniversário de casamento, acordámos com trovoada e a chover mas por volta das 9 horas, parou para não mais voltar. Fomos então passear até à Peníscola e andámos a ver outros campings, que nesta zona são quase todos maravilhosos.
Voltámos para o nosso à tarde e a C. e o N. ainda foram para a piscina. À noite fomos jantar fora.
No dia 22 o sol esteve encoberto e só aparecia por escassos momentos, mas estava bastante calor. De manhã a C. e o N. foram para a piscina e nós fomos para a praia. De tarde também estivemos na piscina, mas começaram a cair umas pingas e viemo-nos embora.
No dia 23 o dia esteve como na véspera e parecia querer chover. Como era o nosso último dia em Salou, resolvemos ir dar um passeio e fomos até Montserrat, que fica a 35 Km de Barcelona, no cimo de uma montanha rochosa e onde existe um Mosteiro Beneditino, construído no séc. IX, incendiado em 1811, por ocasião da invasão francesa e reconstruído em 1827. É um centro de peregrinação.
Quando lá chegámos, estacionámos o carro e fomos no funicular de Sant Joan. Este funicular foi inaugurado em 1918 e leva-nos até cerca de 1000 metros de altitude. Uma vez lá em cima, fomos a pé pela montanha até San Jeroni, que fica a 1124 metros de altitude e que é o ponto mais alto de Montserrat. Daí desfrutava-se uma vista panorâmica incomparável sobre o Santuário e a Catalunha Central.
Voltámos então a descer e fomos visitar a Basílica, após o que demos por terminado o passeio e voltámos para o camping, onde depois de jantar fomos como de costume, até ao anfiteatro.

24º Dia - Salou/El Escorial - 634.7 Kms

Saímos do camping e fomos direito a Zaragoza. Um pouco à frente apanhámos chuva e ouvimos no rádio que tinha caído uma tromba de água em Barcelona. Fomos depois para Madrid e daí até ao Escorial, onde ficámos no Camping El Escorial.

25º Dia - El Escorial/Cabeçadas - 419.4 Kms

Saímos do camping e fomos por Ávila, onde nas proximidades estava um nevoeiro muito intenso. Seguimos por Salamanca e atravessámos a fronteira com Portugal em Vilar Formoso. Fomos depois pela Guarda e daí para as Cabeçadas.

26º Dia - Cabeçadas - 4.0 Kms

Estivemos nesta aldeia da Beira Alta para visitar familiares e ir buscar o meu pai, que tínhamos deixado à ida.

27º Dia - Cabeçadas/Algueirão - 301.7 Kms

Saímos das Cabeçadas depois do almoço e fomos pela estrada nacional 17 até Coimbra, onde entrámos na auto-estrada até Lisboa, seguindo depois para o Algueirão e tendo assim terminado as nossas férias.