sábado, 6 de dezembro de 2008

1998 - Viagem à Bélgica e Holanda, realizada de 02 a 27.08 com passagem por Espanha, França e Luxemburgo, num total de 7316.5 quilómetros percorridos.

No mapa abaixo está apresentado o percurso efectuado.Nota: Algumas fotos apresentadas foram retiradas da internet.

1º Dia - Algueirão/Cabia - 761.8 Km

Este ano a C. também não veio connosco, portanto esta viagem vai ser feita a dois, eu e a M. A..
Saímos do Algueirão às 06.30 e fomos direito a Lisboa, indo depois pela A1 até Mealhada, onde saímos para o IP3 e depois pelo IP5 até Vilar Formoso, por onde entrámos em Espanha. Almoçámos na área de serviço da Galp, um pouco antes da Guarda.
Em Espanha seguimos direito a Salamanca e depois Burgos, tendo ficado a cerca de 17 Km desta cidade, no Camping Cabia, onde chegámos cerca das 20 horas (hora espanhola).

2º Dia - Cabia/Bordéus - 477.5 Km

Saímos do camping às 10.30 e fomos em direcção a Burgos, onde entrámos na auto-estrada e fomos até Irun. Atravessámos a fronteira para França e continuámos na direcção de Bordéus. Ficámos numa área de descanso a cerca de 24 Km de Bordéus, onde chegámos pelas 19.30. À noite fartaram-se de chegar camionistas portugueses e parecia que estávamos em Portugal, pois só se ouvia falar português.

3º Dia - Bordéus/Sens de Bretagne - 510 Km

Saímos da área de descanso às 09.30 e continuámos a viagem por La Rochelle, Nantes e Rennes, tendo ficado alguns quilómetros mais à frente em Sens de Bretagne, já na estrada para o Mont Saint-Michel, no Camping Municipal.

4º Dia - Sens de Bretagne (arredores) - 130.6 Km

Saímos do camping e fomos até ao Mont Saint-Michel. O Mont Saint-Michel é o ponto turístico mais frequentado da Normandia e um dos primeiros de toda a França. É uma ilha fortificada no séc. XIV e ligada ao continente por um dique, o qual é coberto de água quando as marés enchem. Este monte constitui um dos principais testemunhos da história sagrada do ocidente medieval. A Abadia no cimo do monte, remonta ao ano 708 e foi construída em honra do arcanjo São Miguel, em consequência de aparições milagrosas. Este monte figura na lista do Património Mundial da Unesco desde 1979 e foi declarado Monumento Histórico desde 1987.
Depois da visita ao monte seguimos para Fougères, onde visitámos o Castelo, que é uma fortaleza medieval do séc. XI. Dali avistava-se a Igreja de St. Sulpice, que ficava mesmo ao lado.
Quando saímos do castelo, fomos dar uma volta a pé e passámos na Igreja de Saint-Leonard que estava fechada e fomos ao Jardim Público, que se localizava ao lado da igreja e de onde se avistava o castelo.
Regressámos a seguir, ao camping.

5º Dia (manhã) - Sens de Bretagne/Pont L'Eveque - 196.2 Km

Saímos do camping às 10.45 e fomos direito a Caen. Daqui seguimos pela estrada para Rouen e ficámos em Pont L'Eveque, alguns quilómetros antes de Rouen.

5º Dia (tarde) - Costa da Normandia - 136.5 Km

Depois de nos instalarmos, fomos dar uma volta pela Costa da Normandia. Saímos direito a Trouville por estradas secundárias e passámos depois por Deauville, Villers, Houlgate, Cabourg, Merville e fomos sair a Caen, que durante a 2ª Guerra Mundial ficou práticamente destruída.
Aqui, fomos dar uma volta pela cidade mas apenas visitámos a Igreja de Saint-Pierre, pois já eram 19 horas e estava tudo a fechar. A Torre desta igreja foi levantada em 1308, a ala direita em 1410 e a ala esquerda logo a seguir.
Vimos também o Castelo e a Igreja de Saint-Etienne.
Fomos depois ao Memorial, que é um museu dedicado principalmente à história da 2ª Guerra Mundial, mas também não o visitámos, pois informaram-nos que levava três horas para ver tudo.
Regressámos a seguir ao camping.

6º Dia - Pont L'Eveque/Bertangles - 236.5 Km

Saímos do camping por volta das 09.30 e fomos na direcção de Rouen, onde parámos para visitar a cidade. Estacionámos junto ao Sena e fomos a pé para o centro.
Rouen é a capital da Normandia e uma das maiores cidades do norte da França e está situada nas margens do rio Sena.
Visitámos a Igreja de St. Maclou, que foi construída em estilo gótico e é famosa pelas suas portas decoradas com painéis do séc. XVI. A sua construção começou em 1200 e só foi concluída em 1521.
Fomos a seguir à Igreja de St. Ouen, mas a mesma já se encontrava fechada.
Fomos depois comprar qualquer coisa para comer e fomos almoçar para o jardim anexo à igreja.
Como a igreja só abria às 14 horas, fomos dar uma volta a pé e voltámos depois dessa hora para a visita. É uma grande igreja gótica, famosa pela sua arquitectura e pelas suas dimensões. Mede 137 metros de comprimento, 26 de largura e 33 de altura interior. Demorou dois séculos a ser construída e é considerada uma obra do séc. XIV. Possui belíssimos vitrais dos séc. XV e XVI.
Seguimos pela Rue St. Romain, que é uma das mais interessantes ruas da velha Rouen, com casas dos séc. XV ao XVIII, com armação de madeira e fomos até à Catedral de Notre-Dame, que é espectacular. Foi construída entre os séc. XII e XV e destaca-se logo à entrada a sua porta principal ornamentada com esculturas representando motivos biblicos. A sua fachada é constituída por três portais e duas torres assimétricas: a Tour du Beurre e a Tour Saint-Romain. Na Tour du Beurre encontra-se um carrilhão de 56 sinos. A sua flecha, uma agulha neo-gótica em ferro fundido com 151 metros de altura, foi construída entre 1825 e 1876, sendo a mais alta da França e mesmo a mais alta do mundo entre 1876 e 1880 e na sua construção utilizaram-se 740 toneladas de ferro e bronze. A catedral mede 137 metros de comprimento, 24 de largura, dos quais 11 pertencem à nave central cujo tecto se eleva a 28 metros de altura. No interior destaca-se o túmulo de Ricardo, Coração de Leão, cujo coração foi enterrado lá.
Quando saímos, fomos dar um passeio num comboio turístico, através das ruas da cidade velha.
Depois deste passeio fomos pela Rue du Gros-Horloge, que é um dos locais mais visitados e fotografados de Rouen e é atravessada pelo arco de um prédio em cuja fachada se encontra um grande relógio todo ornamentado, construído entre 1527 e 1529. Desde 1928 que o seu funcionamento é assegurado por um sistema eléctrico, mas o antigo mecanismo ainda existe. Este relógio é dos mais velhos do mundo ainda em actividade.
Esta rua vai depois dar à Place du Vieux Marché, a qual em 30 de Maio de 1431 foi palco do suplício de Jeanne d'Arc, queimada viva aos 19 anos. No local foi construída em 1979, em estilo moderno, uma igreja dedicada a ela.
Regressámos de seguida ao carro e seguimos viagem para Amiens, tendo ficado 10 Km mais à frente no Camping du Chateau, em Bertangles.

7º Dia - Bertangles/Gent - 234.2 Km

Saímos do camping só com o carro às 9 horas e fomos para Amiens, onde parámos e fomos visitar a Catedral de Notre-Dame, que começou a ser construída em 1220, após um incêndio ter destruído a antiga catedral e demorou 68 anos a ser concluída. A sua nave de 42.5 metros de altura é a mais alta de França. Foi classificada Património Mundial da Unesco, em 1981.
Demos depois uma volta pelas ruas em redor e fomos para a zona onde se apanhava um barco para um passeio nas Hortillonnages. Quando lá chegámos, verificámos que estes só começavam a circular às 14 horas e então resolvemos ir descansar para o Parc St.-Pierre, que ficava próximo e que tínhamos atravessado anteriormente.
Este era um parque enorme no qual existia um grande lago, onde andavam barcos de aluguer. Havia muita gente, uns a passear e outros sentados ou deitados na relva e nós fizemos o mesmo e descansámos sentados na relva.
Às 13.30 fomos andando para o local de embarque e ainda tivemos de esperar um pouco. Finalmente lá entrámos para um dos barcos. Estes barcos levavam 12 pessoas e um guia que ía explicando os sítios por onde íamos passando. As Hortillonnages são parcelas de terreno, que ocupam uma área de 300 hectares, entrecortadas de canais e todas elas cultivadas ou ajardinadas e com casas para as quais só havia acesso através de barco. Era engraçado ver as casas, algumas com garagem que em vez de ser para o carro era para o barco. O passeio durou cerca de uma hora e foi muito bonito, pois havia casas com jardins admiráveis. Seguem-se algumas imagens do passeio.
Depois de sair do barco, fomos ao camping buscar a roulote e partimos às 16 horas direito a Arras. Daqui fomos para Lille, de onde seguimos para Gent na Bélgica.
Quando chegámos, como não descobríamos o camping, perguntámos a um senhor que se prontificou a levar-nos lá. Fomos então atrás dele até uma rotunda, onde ele viu que a partir dali já não teríamos dificuldade. Ficámos no Camping Blaarmeersen, de quatro estrelas, que era realmente muito bom.
Hoje foi o dia mais quente desde que saímos de Portugal.

8º Dia - Gent - 70.2 Km

Saímos do camping só com o carro para ir visitar a cidade. Gent é uma cidade da província da Flandres Oriental. Entre os séc. XI e XIII, Gent foi a segunda maior cidade europeia, logo atrás de Paris: era maior que Londres, Colónia ou Moscovo. Hoje é a terceira cidade do país.
Fomos direito ao centro, onde estacionámos junto à Igreja de St.-Jacques. Mesmo ao lado havia uma feira de antiguidades, tipo feira da ladra. Um pouco mais ao lado, numa praça, havia outra feira, mas esta só de flores.
Fomos de seguida visitar o Gravensteen (Castelo dos Condes da Flandres), construído em 1180 e radicalmente restaurado no início do séc. XX.
No interior existe um museu que contém uma colecção de instrumentos de tortura: camisas de força, algemas com espinhos, guilhotina, cama onde os presos eram torturados através de alongamento, etc. Existia também uma colecção de armas e armaduras. Das suas torres tem-se uma vista sobre a cidade.





A seguir ao castelo fomos visitar a St.-Niklaaskerk (Igreja de S. Nicolau), exemplo do mais puro gótico construída no séc. XIII.









e a seguir St.-Baafskathedraal (Catedral de S. Bavon). Esta esplêndida catedral foi construída em diversos estilos de arquitectura.





Visitámos a seguir o Belfort (Torre do Relógio), com 91 metros de altura. Subimos de elevador até ao 3º piso, onde funciona a maquinaria que faz tocar o carrilhão de 52 sinos, todos os quartos de hora. Lá de cima tem-se uma bela vista sobre toda a cidade.




Dirigimo-nos depois para St.-Michielsbrug (Ponte de S. Miguel), de onde se tem uma panorâmica sobre todos os monumentos em redor.
Regressámos de seguida ao camping.

9º Dia - Gent/Brugge/Gent - 113.5 Km

Saímos do camping com destino a Brugge, onde chegámos e estacionámos num parque subterrâneo (Centrum Park) às 10.45.
Brugge é uma cidade e capital da província da Flandres Ocidental. Foi elevada a cidade em 1128. É também conhecida como a Veneza do Norte, por causa dos inúmeros canais que a cercam ou atravessam e a ligam principalmente à cidade de Gent.


Fomos a St.-Salvatorskathedral (Catedral de S. Salvador), a mais antiga igreja de Brugge, começada a construir no séc. X, em estilo gótico. A sua torre tem 99 metros de altura. Não a pudemos visitar por se encontrar fechada para obras.



Fomos a seguir até à Markt (Grande Praça), onde se encontra o Belfort-Hallen (Campanário do Relógio), o qual visitámos após nos termos fartado de subir até chegar lá acima. O Campanário é o mais empolgante da Bélgica, com os seus 84 metros de altura. A sua torre data do séc. XIII, mas o último andar, octogonal, é dos fins do séc. XV. No 2º andar tem a sala dos tesouros, que estão guardados atrás de grades em ferro forjado. Após termos subido os 366 degraus, chegámos à sala onde está o impressionante mecanismo do relógio, que toca todos os quartos de hora. O carrilhão tem 47 sinos. Do cimo da torre pode-se também disfrutar de uma impressionante vista panorâmica da cidade.
De seguida e para descansar desta cansativa subida, dirigimo-nos a um dos inúmeros cais de embarque e fomos dar um passeio de barco pelos canais. Em determinado sítio é necessário baixar a cabeça, tal o diminuto espaço entre o nivel da água e o arco de pedra de uma das pontes.

Depois deste relaxante passeio, fomos a O.-L.-Vrouwekerk (Igreja de Nossa Senhora) do séc. XIII, cuja torre mede 122 metros de altura. Encontra-se nela uma escultura em mármore branco: a Virgem com o Menino, que é uma das poucas de Miguel Angelo fora de Itália.
Após esta visita, fomos pela Rua Minnewater até ao parque do mesmo nome, onde se encontra o Lago do Amor.
Demos depois uma volta pelas ruas circundantes e voltámos à Praça Burg, na qual se encontra a Basílica Saint-Sang (Santo Sangue), que visitámos. Esta basílica, do ano 1150, combina o românico e o gótico. Nela se guarda uma relíquia muito venerada localmente, que é um pano contendo umas quantas gotas do sangue de Cristo, supostamente trazido por um cruzado no séc. XII.
Também nesta praça se localiza o Hotel de Ville (Câmara Municipal), que é de 1376-1420 e uma das mais antigas da Bélgica.
Fomos buscar o carro e tomámos o caminho de Gent, com destino ao camping. Hoje também esteve um dia de calor. Às 19 horas estavam 35º C.

10º Dia - Gent/Antuérpia - 90.2 Km

Saímos do camping às 09.45 e fomos direito a Antuérpia. Também nesta cidade tivemos de perguntar onde era o camping e tivemos a sorte de uma senhora nos ir levar mesmo à porta dele. Ficámos no Camping Municipal De Molen, onde chegámos por volta do meio-dia. Depois de nos instalarmos, fomos a um supermercado, almoçámos no camping e ficámos toda a tarde a refazer forças à sombra.
Antuérpia é a segunda maior cidade da Bélgica e a maior da região da Flandres. É considerada o centro mundial do diamante, por aí serem lapidados e negociados 50% dos diamantes do mundo. O seu porto, nas margens do rio Schelde, é um dos maiores do mundo.

11º Dia - Antuérpia - 58.9 Km

Saímos do camping e fomos para o centro da cidade. Estacionámos o carro num parque junto à catedral.
Fomos depois para a Grote Mark (Grande Praça), que é ladeada de um lado por Stadhuis (Câmara Municipal), construída em 1564, com 76 metros de fachada e do outro por casas dos séc. XVI e XVII, que mostram uma fachada muito alta terminando em bico. Ao centro temos uma fonte com a estátua de Silvius Brabo, obra de 1887.
Um pouco ao lado temos a Catedral que fomos visitar e que é o monumento mais admirável da cidade de Antuérpia e o maior da Bélgica. A sua construção começou em 1352 e sómente terminou em 1521. A sua torre tem 123 metros de altura e um carrilhão de 47 sinos.
Depois da visita à catedral, fomos percorrer algumas das estreitas ruas ali à volta e regressámos à Grande Praça. Aí dirigimo-nos para um carro ou carroça de dois andares, tipo autocarro dos antigos, mas mais pequeno e puxado por dois cavalos e fomos nele dar um passeio ali à volta da catedral.
Terminado o passeio, fomos até ao rio e passámos junto ao National Scheepvaartmuseum (Museu da Marinha), que está instalado num castelo construído em 843, que foi prisão nos princípios do séc. XIV e restaurado nos séc. XIX e XX.
Fomos depois por uma larga rua só de peões, até à Central Station (Estação Central), construída entre 1895 e 1905 com uma fachada monumental e coberta com uma cúpula de 60 metros de altura.
A seguir fomos buscar o carro e fomos até ao Koninklijk Museum Voor Schone Kunsten (Museu de Belas Artes), um edifício do séc. XIX.
Regressámos ao camping e tivemos de jantar dentro da roulote, pois começou a pôr-se muito vento.

12º Dia - Antuérpia/Roterdão - 200 Km

Saímos do camping às 09.45 e fomos direito a Roterdão na Holanda. Alguns quilómetros antes de chegar, saímos da auto-estrada e dirigimo-nos para Kinderdijk, que é uma zona onde há 19 moinhos de vento a uma curta distância uns dos outros, como em nenhuma outra parte do mundo. Eles dispõem-se ao longo de um canal, de um e de outro lado do mesmo e datam de 1740. Estiveram em actividade até aos anos 50, após terem parado o funcionamento em 1927, tendo na 2ª Guerra Mundial com a dificuldade de se conseguir combustivel, voltado a funcionar. Fazem parte do Património Mundial da Unesco desde 1997.
Quando chegámos, estacionámos e fomos dar um passeio de barco pelo canal, para os admirar de perto. Terminada a viagem, fomos visitar o segundo moínho, que se encontrava em funcionamento e era visitado. Subimos até ao topo onde pudemos ver toda aquela engrenagem feita sómente de madeira.
Depois da visita continuámos até Roterdão, onde ficámos no Camping Stadscamping, onde já havíamos ficado uns anos atrás.
Após nos termos instalado, saímos com o carro e fomos dar uma volta.
Roterdão é a segunda cidade da Holanda e tem o maior porto marítimo da Europa e que desde 1962 é o mais activo do mundo. Está situada nas margens do rio Nieuwe Maas.

13º Dia - Roterdão/Haia/Roterdão - 66.6 Km

Saímos do camping e fomos até Haia, que é a terceira maior cidade da Holanda, depois de Amesterdão e Roterdão. Haia é a capital política da Holanda desde o séc. XVIII, sendo a sede do governo e do parlamento, embora a capital seja Amesterdão e todas as embaixadas e ministérios estão localizados na cidade.
Fomos para o centro e visitámos a Grote St.-Jacobskerk (Igreja de S. Jacob), edificada em 1450.
Demos uma volta a pé pelo centro e passámos pelo Binnenhof (Parlamento). Da parte de fora, mesmo pegado, há um grande lago: o Hofvijver, ao centro do qual se eleva um grande jacto de água. O castelo é o edifício mais antigo do complexo Binnenhof, datado de 1250.
Fomos depois buscar o carro e fomos visitar o Madurodam (Holanda em miniatura), que foi construído em 1952 e cujo nome é em memória de George Maduro, tenente na reserva durante a 2ª Guerra Mundial e que faleceu em 1945, lutando contra a ocupação nazi. À entrada tem um poste com várias placas indicando a distância a que ficam diversas cidades. Lisboa está indicado que fica a 2272 Km.
Aqui podemos ver a entrada do recinto que foi todo construído à escala 1:25 e nele estão representados os edifícios ou monumentos mais conhecidos da Holanda. Num recinto coberto, encontra-se a única exposição permanente do mundo de esculturas feitas em areia. Seguem-se algumas fotos do local.
Terminada a visita fomos para Delft, mas quando lá chegámos não visitámos nada por já se encontrar tudo fechado. Demos uma volta a pé pelo centro e limitámo-nos a ver as coisas por fora.
Regressámos a Roterdão e ao camping.

14º Dia (manhã) - Roterdão/Muiderzand - 192.5 Km

Saímos do camping às 09.45 e fomos direito a Amesterdão, onde chegámos por volta das 10.45. Demos uma série de voltas à procura de um camping e como não o encontrávamos, voltámos para trás e fomos na direcção de Almère, onde sabíamos que havia um, mas enganámo-nos e por parecença de nomes virámos numa estrada para Aalsmeer que ficava noutra direcção. Quando vi que não era por ali, voltei novamente para trás e então fomos realmente para Almère. Em Almère fartámo-nos também de andar e nada de camping, até que descobrimos que afinal não era mesmo em Almère, mas sim nos arredores, em Muiderzand. Com tudo isto andei muito mais do dobro dos quilómetros que separam Roterdão de Amesterdão. Ficámos então no Camping Marina de Muiderzand, que era mesmo ao lado da marina, ou seja, pertencia tudo ao mesmo.

14º Dia (tarde) - Muiderzand (arredores) - 299.9 Km

Depois de nos instalarmos, almoçámos e fomos dar uma volta, mas o tempo estava muito escuro e chegou mesmo a cair uma chuva miudinha. Fomos pela auto-estrada A6 para norte, na direcção de Emmelord e daqui para Sneek, virando depois para Amesterdão pela A7.
Neste percurso passámos por cima do maior dique que existe na Holanda, tendo parado no meio dele, onde existe o Monumento Afsluitdijk, que representa o ponto onde o dique foi fechado em 28 de Maio de 1932, pois o mesmo foi construído a partir das duas margens, tendo sido terminado naquele ponto. O dique tem um comprimento de 32 Km, uma largura de 90 metros e uma altura original de 7.25 metros sobre o nivel do mar. Foi oficialmente inaugurado em 25 de Setembro de 1933. Na sua construção trabalharam continuamente entre 4000 e 5000 operários.
Regressámos depois ao camping.

15º Dia - Muiderzand/Amesterdão e volta - 88.2 Km

Saímos do camping e fomos até Amesterdão. Amesterdão é a capital e a maior cidade da Holanda e localiza-se entre os rios Amstel e Schinkel. É também famosa pela quantidade de bicicletas. A cidade encontra-se 4 metros abaixo do nivel do mar e daí a necessidade dos seus inúmeros canais.
Chegados a Amesterdão, estacionámos o carro e fomos dar uma volta a pé pelo centro da cidade. Almoçámos por lá e depois fomos beber uma "bica" bem à portuguesa (café Delta e numa chávena da Delta), num restaurante português que encontrámos: restaurante Alfama, onde como música ambiente se ouvia fado.
Continuámos a visita e fomos dar um passeio de barco pelos canais, que durou mais ou menos uma hora.










Fomos a seguir ver a Estação Central e nunca vi tanta bicicleta junta como neste local, onde existe mesmo um parqueamento em altura, como o dos carros.









De seguida regressámos ao camping.

16º Dia (manhã) - Muiderzand/Maastricht - 236.3 Km

Saímos do camping às 10 horas e fomos direito a Maastricht, tendo ficado uns 5 Km mais à frente no Camping de Oosterdriessen, onde chegámos pelas 13 horas.
Maastricht localiza-se em ambas as margens do rio Mosa, num território encravado entre a Bélgica e a Alemanha. Foi nesta cidade que foi assinado o Tratado que recebeu o seu nome e substituiu o Tratado de Roma de 1957.
Instalámo-nos e almoçámos.

16º Dia (tarde) - Maastricht e arredores - 102.2 Km

Depois do almoço fomos até Aachen, uma cidade na Alemanha que foi fundada pelos romanos no séc. I e que foi completamente arrasada durante a 2ª Guerra Mundial e que ficava ali a poucos quilómetros.
Fomos até ao centro, que nos pareceu ser interessante, mas como não tínhamos dinheiro alemão e para estacionar era necessário meter dinheiro nos parquímetros, acabámos por vir embora sem ver nada, decidindo que a visita ficaria para uma próxima oportunidade em que viéssemos à Alemanha.
Voltámos para Maastricht e aí estacionámos no centro e fomos dar uma volta a pé.
Visitámos St.-Servaasbasiliek (Basílica de S. Servas), que é dos monumentos mais velhos da Holanda. Começou a ser construída
por volta do ano 1000, no lugar de um santuário do séc. VI.

Fomos depois a Onze Lieve Vrouwebasiliek (Basílica de Nossa Senhora), que é o mais velho monumento da cidade, pois já existia no ano 1000.
Depois destas visitas regressámos ao camping.

17º Dia (manhã) - Maastricht/Grimbergen - 197.4 Km

Saímos do camping às 10.45 e fomos direito a Bruxelas na Bélgica, tendo ficado no Camping Veldkant em Grimbergen, depois de nos termos fartado de andar à procura da saída para esta localidade, que fica a cerca de 12 Km a norte de Bruxelas.

17º Dia (tarde) - Bruxelas - 60.2 Km

Depois de nos termos instalado, fomos para Bruxelas que é a capital da Bélgica e da região Flamenga e está situada bem no centro do país.
Dirigimo-nos para o Atomium que já conhecíamos mas quisemos relembrar. O Atomium ficou da exposição universal de 1958 e é um conjunto de nove esferas de 18 metros de diâmetro, ligadas entre si por tubos de 29 metros de comprimento e 3 metros de diâmetro.
Ao lado do Atomium fica a Mini-Europa, que já foi construída depois de termos estado em Bruxelas há uns anos atrás e fomos então visitá-la. É um recinto onde estão representados todos os países da União Europeia, através de maquetas à escala 1:25 dos edifícios ou monumentos mais significativos. Seguem-se algumas imagens.



























Terminada a visita, regressámos ao camping.

18º Dia - Bruxelas - 47 Km

Saímos do camping e fomos direito ao centro de Bruxelas. Estacionámos num parque junto à Grande Praça, para onde nos dirigimos depois. A Grande Praça, é a praça central de Bruxelas. É o primeiro local a ser visitado por quase todos os turistas.
Foi pena não termos chegado uns dias mais cedo a Bruxelas, pois de 14 a 16 de Agosto, e hoje é dia 19, esta praça esteve com um enorme tapete de flores, conforme documenta a foto ao lado, o que acontece de dois em dois anos, todos os anos pares.


Nesta praça situa-se a Câmara Municipal, construída entre 1402 e 1459, com a sua torre de 96 metros de altura.




Dirigimo-nos depois para uma rua próxima, onde existe na esquina de um prédio o Manneken Pis, que é um boneco esculpido em bronze, em 1619, com pouco mais de 60 cm de altura e que se encontra a urinar para a bacia da pequena fonte em que se encontra colocado. Na época era uma das numerosas fontes que serviam para abastecer de água a cidade. No séc. XVIII houve várias tentativas para roubar a estátua, mas foi em 1817 que um ex-presidiário provocou o maior alarme ao tê-la despedaçado após a ter conseguido roubar. No ano seguinte foi feita uma réplica e é essa que ainda hoje ocupa o lugar da estátua original.


Fomos depois até ao Bourse, que é um teatro de ópera construído em 1873





e em frente visitámos a Igreja de S. Nicolau.
Seguimos para a Petite Rue des Bouchers, que é uma pequena rua conforme o seu nome indica e que está toda cheia de restaurantes, onde acabámos por almoçar num deles. O menú constou do seguinte: um aperitivo, sopa de peixe, ostras (as famosas moules) com batata frita, sobremesa (que era pudim tipo tijelada) e café.
Na mesma rua, quase ao lado deste restaurante, situava-se o Toone (Teatro de Marionetes). Este teatro existe desde 1830 e desde aí, várias gerações de marionetistas mantêm viva a tradição do teatro de marionetas.
Fomos até às Galeries St.-Hubert, construídas em 1847 e que não são mais do que uma rua coberta por uma cúpula de vidro. A Galeria é composta por três galerias: a du Roi, a de la Reine e a des Princes. Nestas três galerias existem elegantes salões de chá, livrarias de luxo, restaurantes, etc..
De seguida fomos visitar a Kathedraal des Saints Michel et Gudule (Catedral de S. Miguel), cuja construção começou no princípio do séc. XI e só foi dada como concluída na primeira metade do séc. XV. A sua fachada é toda em calcário branco. O interior tem um ar mais simples do que outras, devido aos saques e roubos ocorridos durante a Revolução Francesa.

Após a visita fomos buscar o carro e estacionámos mais à frente, junto ao Parque de Bruxelas, no qual andámos a passear e que achámos muito abandonado.
Aí, passámos pela Praça dos Palácios, que é dominada pelo Palácio Real e pelo Museu de Belas Artes. O Palácio Real é o palácio oficial do rei belga, embora não seja usado como residência real, já que o rei e a sua família vivem no castelo Real de Laeken. O Palácio funciona como local de trabalho. A estrutura original do palácio é dos finais do séc. XIII, mas a fachada que hoje podemos ver é do início do séc. XX.
Ali na zona visitámos também a Igreja de St. Jacques.
Novamente no carro, fomos até ao Parque do Cinquentenário, que foi criado em 1880 no local onde anteriormente existia um pântano, para comemorar os 50 anos da independência da Bélgica e que é composto por um grande palácio, do qual as duas alas estão unidas por uma monumental arcada de 1905.
Depois destas andanças, regressámos ao camping.

19º Dia - Grimbergen/Luxemburgo - 250 Km

Saímos do camping às 10 horas e fomos direito ao Luxemburgo.
Depois de darmos algumas voltas à procura de um camping, ficámos finalmente no Camping Kockelscheurer a cerca de 4 Km da cidade do Luxemburgo, onde chegámos ainda cedo. Era um camping de 1ª categoria, do qual gostámos muito.
Ficámos o resto do dia a descansar no camping.

20º Dia - Luxemburgo e arredores - 241.5 Km

Hoje acordámos com chuva e esteve todo o dia com uma chuva miudinha, só mesmo para o final é que parou de chover. Saímos do camping e fomos dar uma volta pelo Luxemburgo (país).
Dirigimo-nos para norte e fomos até Wiltz. Esta cidade divide-se em duas partes distintas:
a cidade alta, com o Castelo cuja construção data do séc. XVIII e é composto por um edifício principal de 30 metros de comprimento, ladeado por dois pavilhões e a Igreja Paroquial;
a cidade baixa, onde se encontra o Monumento Nacional da Greve de 1942, que foi construído em 1956 em homenagem às vítimas da greve geral de resistência à opressão nazi, que começou em 31 de Agosto de 1942

e o Monumento de Nossa Senhora de Fátima, que foi construído em 1949 e é um lugar de peregrinação dos emigrantes portugueses.

Desta cidade partimos para Clerveaux, que tem um Castelo do séc. XII, onde na praça frontal se encontra um canhão alemão e um tanque americano, que são relíquias da guerra. Este castelo foi devastado por um incêndio em Dezembro de 1944 e foi depois inteiramente restaurado.


Ao lado do castelo encontra-se a Igreja Paroquial, construída em 1910 em estilo românico, com duas torres gémeas.

Mais afastada, numa colina, está a Abbaye St.-Maurice (Abadia de S. Mauricio), que é uma abadia beneditina construída em 1909, em estilo neo-romano. A sua cripta abriga uma exposição sobre a vida monástica.
Tomámos a seguir o caminho para Vianden, que é uma pequena cidade localizada nas duas margens do rio Our, próximo da fronteira com a Alemanha. A estrada que nos leva a esta cidade é toda ao lado do rio, o qual faz de fronteira com a Alemanha. É um passeio muito agradável de fazer.
Na cidade, na ponte sobre o Our, está uma estátua de S. João Nepomucena, protector das pontes.
Visitámos o Castelo, que domina a cidade e foi construído no séc. IX pelos Condes de Vianden, cujos anos de glória se situam nos séc. XII e XIII. Em 1978, o Grão-Duque João ofereceu-o ao estado e desde então foi objecto de uma profunda restauração, pois encontrava-se em ruínas.
Junto à ponte encontra-se a Casa de Victor Hugo, que era a residência habitada pelo poeta em 1871. Hoje está transformada em museu literário, fundado em 1935.
Terminada a visita a esta cidade, fomos fazer o circuito da pequena Suíça Luxemburguesa. Esta região é conhecida assim, pela sua paisagem acidentada e verdejante. Os seus rochedos e a sua vegetação, constituem os principais atractivos. É uma zona bastante montanhosa e muito bonita de percorrer.
Daqui regressámos ao camping.

21º Dia - Luxemburgo - 25.4 Km

Hoje o dia começou com melhor aspecto, pois pelo menos não chovia e fomos dar uma volta pela cidade do Luxemburgo.
Dirigimo-nos para o centro, onde estacionámos o carro e fomos depois a pé pelo Caminho da Corniche, que é apelidado da mais bonita varanda da Europa, pelas suas vistas.
Visitámos as Casemates du Bock, que foram cavadas na rocha que constitui o solo da cidade, entre 1737 e 1746 com uma extensão de 23 Km de galerias subterrâneas, formadas em vários andares e até 40 metros de profundidade e mais de 40000 m2 de abrigos anti-bombas.
Elas podiam abrigar não sòmente milhares de defensores com os seus equipamentos e cavalos, mas também a artilharia e armamento, cozinhas, padarias, etc. Hoje elas são uma ínfima parte do seu tamanho original. Estão abertas ao público desde 1933 e durante a 2ª Guerra Mundial serviram de abrigo à população. Em 1994 foram inscritas na lista do Património Mundial da Unesco.
Seguimos depois por umas ruas da parte alta da cidade e fomos visitar a Igreja de Saint-Michel, cujas origens remontam a 987, quando no local foi construída uma pequena capela, que posteriormente deu lugar a esta igreja. Ela foi várias vezes destruída e depois reconstruída e ampliada. A igreja actual data de 1519 e foi restaurada em 1960 e 1980.
Mais à frente passámos pelo Palácio Gran-Ducal, que se encontrava em obras de restauração. Foi construído de 1572 a 1574 para ser a Câmara Municipal. Em 1980 foi transformado no Palácio Gran-Ducal.
Continuando o nosso passeio fomos dar à Place Guillaume II, onde se encontra a estátua de Guillaume II a cavalo e o Hotel de Ville, que foi construído entre 1830 e 1838 em estilo neo-clássico. Para a sua construção foram utilizadas muitas pedras do antigo convento franciscano que lá se encontrava até 1829. Quando chegámos a esta praça, estava lá um mercado a funcionar, mas um pouco antes das 13 horas começaram a arrumar tudo e chegaram uns carros da câmara para limpeza e num ápice a praça não parecia a mesma.
Fomos a seguir visitar a Catedral de Nossa Senhora, construída entre 1613 e 1621 pelos jesuítas. Foi elevada a catedral em 1879 pelo papa Pio IX e ampliada de 1935 a 1938. Tem excelentes vitrais dos séc. XIX e XX. A Cripta serve de descanso para Jean o Cego, rei da Bohemia e conde do Luxemburgo, assim como para os membros da família Grã-Ducal.
Da Catedral seguimos para a Place d'Armes, que está rodeada de cafés com explanadas e é o ponto de encontro preferido dos luxemburgueses e de estrangeiros. Foi construída em 1671. As tropas francesas de Louis XIV, pavimentaram-na e utilizaram-na como praça de armas. É vulgarmente chamada de "salão da cidade". Quando lá estivemos estava lá uma feira de velharias.
Fomos depois para a Praça da Constituição, onde está o Monumento du Souvenir, que foi erguido em memória dos soldados luxemburgueses mortos na I Guerra Mundial e inaugurado em 1923. É composto por um oblisco de pedra com uma escultura representando a victória. Em 20 de Outubro de 1940 o monumento foi destruído pelos nazis e só em 1984, importantes trabalhos de restauração lhe restituíram o aspecto original.
Desta praça obtêm-se belas vistas sobre a ravina, jardins muito bem tratados e a Ponte Adolphe. Esta ponte, também chamada Ponte Nova, foi construída de 1900 a 1903. O comprimento total é de 153 metros e o vão do grande arco duplo de 85 metros, passa sobre o Vale Pétrusse a uma altura de 42 metros.
Nesta praça apanhámos depois um pequeno comboio turístico, que foi dar uma volta de 50 a 60 minutos pela parte baixa da cidade. Quando íamos no comboio começou a chover e então mal nos apeámos, regressámos ao camping.
Já no camping, houve uma altura em que choveu com mais intensidade mas depois abrandou.

22º Dia - Luxemburgo/Poitiers - 735.7 Km

Saímos do camping às 09.30 e um pouco à frente entrámos em França, seguindo na direcção de Metz, onde entrámos na auto-estrada e seguindo nela até St. Menehould, um pouco à frente de Verdun. A partir daqui continuámos por estrada nacional em direcção a Troyes, Sens, Orleães e Tours. Aqui entrámos novamente na auto-estrada porque já era tarde e saímos dela na saída para o Futuroscope.
Andámos depois à procura de um camping onde havíamos ficado em 1994, mas como não o encontrámos fomos para outro e foi assim que chegámos às 22.30 ao Camping La Croix du Sud, que era de três estrelas e foi dos mais caros em França nestas férias. Este camping ficava a menos de 3 Km do Futuroscope.

23º Dia - Poitiers (Futuroscope) - 14.3 Km

Durante esta noite ainda choveu, mas quando nos levantámos já não chovia.
Saímos do camping e fomos para o Futuroscope, que é o Parque Europeu de Imagem, que já conhecíamos e cuja descrição se encontra na viagem de 1994, não valendo portanto a pena estar a repetir. Fomos relembrar e verificámos que alguns espectáculos já tinham sido alterados.









Quando estávamos a chegar, começou a chover e ainda se manteve assim por largo tempo, mas depois acabou por parar e chegou mesmo a vir sol.
Regressámos ao camping após o espectáculo nocturno no lago.

24º Dia - Poitiers/Anglet - 45 Km

Saímos do camping às 11 horas e fomos na direcção de Bordéus. Daqui seguimos para Biarritz e depois para Anglet, nos arredores, onde chegámos às 19 horas e ficámos no Camping de Parme, que era de 3 estrelas e foi o mais caro de França e o segundo mais caro das férias, não tendo as condições de acordo com o preço. O mesmo só se justifica por ser uma zona turística.

25º Dia - Anglet/Cubillas de Santa Marta - 393.2 Km

Saímos do camping às 10.30 e fomos por estrada nacional até Béhobie, localidade que faz fronteira com Espanha na direcção de Irun. A entrada em Espanha faz-se através de uma ponte sobre o rio Bidasoa. Em Espanha almoçámos num restaurante junto a uma área de serviço em Irun e após este entrámos na auto-estrada, indo até Burgos, que era onde ela também acabava e continuámos depois por estrada nacional até Cubillas de Santa Marta, na zona de Valladolid, onde chegámos às 18.45 e ficámos no Camping Cubillas.

26º Dia - Cubillas de Santa Marta/Algueirão - 695 Km

Saímos do camping às 10.45 e fomos direito a Salamanca. De Salamanca fomos para Fuentes de Oñoro, que faz fronteira com Vilar Formoso em Portugal.
Seguimos pelo IP5 e pelo IP3, apanhando depois a A1 e saindo na Mealhada, onde fomos jantar no Restaurante Couceiro dos Leitões.
Após o jantar continuámos a viagem pela A1 até Vila Franca de Xira, seguindo depois para o Algueirão, onde chegámos às 23.30 debaixo de uma chuva miudinha.
ESTATÍSTICA
Total de quilómetros percorridos: 7316.5
Despesa com gasolina em escudos: 118715
Total de gasolina em litros: 712.08
Despesa total em campings e em escudos: 56865
Média por noite em campings em escudos:
Espanha 2435
França 2349
Bélgica 1971
Holanda 3036
Luxemburgo 2191
Obs.: 2 Adultos, carro e roulote

3 comentários:

JFS disse...

Magnífica reportagem. Até dá vontade de saír já amanhã para estrada ...
Já nalguns locais destes mas não como parte de uma viagem de turismo, que deve ser muito melhor.
Abraço,
JFS

teca disse...

Foi por acaso que entrei aqui, amei... São muitas dicas ótimas!

Vou conhecer alguns locais destes.

Sandra

marivanda disse...

ame conhecer um pouco da Bélgica através dessa magnífica viagem feita por vc meu amigo. Sou do tipo de pessoa que ama pegar estrada de carro, e sair por ai, com o objetivo de conhecer mais e mais do nosso mundo. Obrigada por oferecer este presente para os meus olhos, que ficaram maravilhado com tanta beleza. marivanda