domingo, 15 de novembro de 2009

2005 - Viagem a França e Itália (Parte II)

11º Dia - Turim - 15.1 Km

Hoje às 00.30 recebemos um telefonema da C. a dizer que a C. (tem a mesma inicial, mas o nome é diferente) já tinha nascido ontem às 23.18, com 3,360 Kg e que tinha corrido tudo bem.
Saímos do camping às 11 horas e fomos para a zona do hospital, onde consegui arranjar um lugar à sombra num parque de estacionamento ali perto, tendo aí almoçado.Após o almoço fomos visitar a C. e a recém-nascida C. e tirámos fotografias à bébé, que na altura tinha 14 horas de vida. A C. estava com algumas dores, pois tinha sido rasgada tendo levado vários pontos. A C. (bébé) ainda só estava a dormir, não se importando com o mundo à sua volta.
Saímos do hospital às 15 horas e fomos a pé até às Galerias 8 (que é um centro comercial na antiga fábrica da Fiat), onde demos uma volta a ver as montras, indo também ao supermercado ali existente, onde adquirimos alguns produtos.
De seguida fomos pôr as compras na AC e aproveitámos para lanchar, tendo voltado a sair para dar mais uma volta e fazer tempo para a visita das 19 horas.
Depois desta visita voltámos para o camping.

12º Dia - Turim - 0 Km

Hoje comprámos bilhetes para os transportes e deixámos a AC no camping. Saímos às 11 horas e fomos andando a pé, tendo ido sempre ao lado do rio Pó, por onde fazia bastante sombra.

Às 13 horas estávamos no hospital, depois de já termos parado e nos termos sentado num banco à sombra para almoçar umas sandes. Fomos à visita e vimos que a C. e a C. (que confusão de Cês) estavam ambas bem. A C. (bébé), tal como ontem, ainda só queria dormir.

Depois da visita fomos até um parque defronte do hospital e estivemos lá cerca de uma hora deitados na relva, pois fazia bastante calor.
Apanhámos depois um autocarro e fomos até à Via Pó e Piazza Castello, onde saboreámos um delicioso gelado (os gelados italianos são maravilhosos).
Seguimos para a Porta Nova, onde apanhámos outro autocarro para o hospital, indo à visita das 19 horas. Continuava tudo bem e a C. (bébé) já tinha feito a sua primeira mamada.
Regressámos ao camping e como já era tarde, jantámos no restaurante do mesmo.

13º Dia - Turim - 0 Km

Hoje quando ainda estávamos no camping, a C. deu sinal pelo telemóvel e fomos à cabine ligar-lhe (sempre sai mais barato do que em rooming). Ficámos a saber que ela ainda não saía hoje, porque a menina tinha perdido bastante peso e ía ficar mais um dia para ver se ela recuperava.
Saímos do camping às 12.10 e fomos apanhar o autocarro para o hospital. Mais uma vez vimos que a bébé só queria dormir e nem para comer acordava. Não admira que estivesse a perder peso.
Depois da visita fomos até ao parque que há perto e ali passámos a tarde, pois tem estado um calor insuportável. Voltámos à visita das 19 horas e no final regressámos ao camping.
No meio de tudo isto, escusado será dizer que o pai andava todo babado.

14º Dia - Turim/Bourg-Saint-Maurice - 216.3 Km

Telefonámos logo de manhã à C. a saber se iria sair hoje, mas ela ainda não sabia.
Resolvemos sair do camping e ir dar uma volta, até termos a confirmação. Saímos às 11.40 e fomos para o parque perto do hospital, pois entretanto a C. tinha telefonado a dizer que ainda não sabia quando saía e então fomos à visita das 13 horas. A C. estava à espera do resultado de uns exames que tinham feito à bébé e só depois saberia se saía ou não.
Depois da visita, como esperávamos que ela saísse, resolvemos ir dar uma volta durante o fim de semana. Apanhámos a Tangencial e quando já íamos nela, a C. telefonou a dizer que não saía hoje, mas resolvemos continuar o nosso passeio, pois também não resolvíamos nada ficando lá.
Fomos pela auto-estrada até Susa, onde saímos e seguimos pela SS25 para Moncenisio, entrando aqui em França e seguindo pela N6 até Lanslebourg, onde virámos pela D902, passando pelo Col de L'Iseran que fica a 2770 metros de altitude, no Parc National de la Vanoise.








Continuámos nesta estrada até à N90, indo para Bourg de St. Maurice, onde ficámos no Camping Le Versoyen, tendo chegado às 20.40. Quando chegámos, a recepção já estava fechada e no bar onde me dirigi, indicaram-me a zona onde poderia pernoitar.
15º Dia - Bourg-Saint-Maurice/Arvier - 91.4 Km

Saímos do camping às 09.30 e fomo-nos abastecer a um supermercado, dirigindo-nos depois pela N90 na direcção do Col du Petit Saint-Bernard.
O caminho foi todo a subir e parámos em La Rosière a 1850 metros de altitude, para tirar fotografias.







Após obter algumas imagens, continuámos a viagem até ao Col du Petit Saint-Bernard, em italiano Colle del Piccolo San Bernardo, que fica a 2188 metos e por onde entrámos em Itália para o Valle d'Aosta.Os romanos traçaram uma via que passava por aqui, para ligar Roma a Lyon e mais tarde, no séc. XI, Saint Bernard fundou um hospício para abrigar os peregrinos e viajantes. Este hospício foi sucessivamente destruído por guerras e incêndios, mas foi sempre reconstruído e é hoje um centro de turismo e informação.
Em 1902 foi construída uma estátua em honra de St. Bernard.
Parámos no Col para almoçar e para mais umas fotos.
Depois do almoço seguimos pela SS26, passando por La Thuile a 1441 metros de altitude, até Pre-St. Didier, onde virámos para Courmayeur a 1224 metros, onde parámos.Courmayeur é uma comuna italiana da região do Vale de Aosta e lá se pode apanhar o teleférico para o Monte Branco.
Andámos um pouco pela rua pedonal e fomos até ao Santuário de Notre Dame de la Guérison, fundado em 1781 e reconstruído durante a segunda metade do séc. XIX.
Neste local telefonámos à C. e ela disse que já tinha saído do hospital e já se encontrava em casa.
Voltámos depois para trás e seguimos sempre pela SS26 na direcção de Aosta, parando em Arvier, onde ficámos no Camping Arvier, tendo chegado às 17.30.

16º Dia - Arvier/Cogne - 83.9 Km

Saímos do camping às 09.30 e virámos logo a seguir para Introd, descendo depois todo o Vale de Valsavarenche, que fica no Parco Nazionale del Gran Paradiso, até Pont que está a 1955 metros de altitude e onde estacionámos às 10.30.
O Parc Nazionale del Gran Paradiso foi o primeiro parque nacional em Itália e compreende um vasto território montanhoso, que vai dos 800 metros no fundo dos vales aos 4061 metros no cimo do Gran Paradiso e é uma àrea natural protegida.
Fomos depois fazer o percurso pedestre do Gran Paradiso, partindo às 10.45 e começando por atravessar o rio Savara. De início o caminho é plano e segue ao lado do rio, para depois começar a serpentear pela serra acima com algumas zonas bastante íngremes.



Por várias vezes pensámos em desistir da subida e voltar para trás, mas venceu sempre a teimosia, pois já que tínhamos ido até ali, poderia já faltar pouco e era pena não irmos até ao fim.
Chegámos lá acima, ao Refúgio Vittorio Emanuele que fica a 2732 metros de altitude, às 13.55, tendo portanto demorado 3 horas e 10 minutos.O caminho é soberbo, com vistas admiráveis que vão mudando conforme as curvas vão aparecendo.
Como não levávamos nada para comer, resolvemos almoçar no restaurante do refúgio e pedimos um "prato aostelano", que não sabíamos o que era e pensávamos ser uma especialidade confeccionada da região. Quando nos serviram, verificámos que não era um prato cozinhado, mas sim um prato de carnes frias que constava de presunto, duas fatias de queijo diferente, várias rodelas de chouriço, um género de paio ou salpicão, uma ou duas fatias de uma gordura (parecia toucinho gordo mas que era muito boa) e pão. No final, como vimos estarem a comer sopa, pedimos também duas "minestrones".
No fim do almoço tirámos algumas fotografias ali na zona, junto a um pequeno lago, onde se podiam ver marmotas e cabras montesas.

Iniciámos a descida, tendo demorado 2 horas e 10 minutos. Já na AC, fizemos o mesmo caminho até Introd, onde virámos na direcção de Aosta e onde apanhámos bastante trânsito. Virámos um pouco mais à frente, em Aymavilles, fazendo então todo o Vale de Cogne, até esta localidade.
Quando chegámos e nos preparávamos para procurar um camping, vimos uma Àrea de ACs, onde já se encontravam muitas estacionadas.

Resolvemos que ficaríamos também ali e fomos lá estacionar eram 18.50. Pagava-se 8 € para passar a noite e tinha água e despejos para as ACs. Vimos depois que também estavam a construir casas de banho. Era uma àrea grande e que achámos boa.
Depois de jantar fomos dar uma volta curta pelo centro, que ficava a dois passos dali e passámos primeiro pela Igreja.


17º Dia - Cogne/Torre Daniele - 249.6 Km

Depois de tomar o pequeno almoço fomos até ao centro, onde adquirimos as habituais recordações, após o que regressámos à àrea das ACs e saímos às 10.45 com destino a Turim, pois a C. fazia 31anos e tínhamos ficado de ir almoçar lá a casa.
Subimos novamente até Aymavilles e aqui tomámos a direcção de Aosta, onde entrámos na auto-estrada A5 até Turim.
Chegámos a casa da C. às 12.30 estivemos a fazer um churrasco na varanda. Depois do almoço ficámos lá um bocado e voltámos a sair às 18.45. Dirigimo-nos para a tangencial e depois entrámos na auto-estrada A5 na direcção de Aosta, saindo dela para Settimo Vittone e entrando na SS26, tendo virado para Aosta à procura do camping. Andámos ainda alguns quilómetros até Pont St.-Martin, onde vimos que o camping que procurávamos ficava para trás. Invertemos então o sentido de marcha e voltando ao ponto onde tínhamos saído da auto-estrada, continuámos na direcção de Ivrea e logo à frente, a poucos metros, vimos a indicação do camping em Torre Daniele.
Chegámos às 20.30 ao Camping Mombarone.Depois de jantar começou a chover e a fazer alguma trovoada.

18º Dia - Torre Daniele/Brusson - 136.6 Km

Hoje tivemos uma noite toda de chuva que por vezes era torrencial. Saímos do camping às 10 horas e fomos pela SS26 até Pont St.-Martin, onde virámos para o Valle di Gressoney, tendo ido até Gressoney-la-Trinité, que fica a 1635 metros de altitude e onde parámos. Todo este caminho foi feito debaixo de chuva e em algumas zonas chovia com tal intensidade, que a estrada parecia um mar de água, fazendo grandes repuxos à passagem dos carros. Quando parámos, tinha parado de chover e fomos dar uma volta a pé, mas antes de regressarmos à AC, já tinha recomeçado e chegámos todos molhados pois não tínhamos chapéus de chuva.Voltámos a descer o vale até Pont St.-Martin, onde seguimos novamente pela SS26 até Verrès, virando aqui para o Valle d'Ayas e passando por Brusson, onde vimos que havia uma àrea de ACs.
Continuámos na estrada e virámos mais à frente para Antagnod, descendo a seguir até Champoluc. Como não parava de chover, não deu para ir ver nada a não ser através dos vidros da AC em andamento.
Voltámos para trás até Brusson, onde fomos estacionar na Àrea de ACs, tendo aí chegado às 16.45.
19º Dia - Brusson/Valtournenche - 90.9 Km

Ontem à noite a claraboia por cima da nossa cama estava a pingar, devido à chuva e tivemos que dormir na outra cama, pois tínhamos um alguidar em cima dela para não molhar o colchão. Esta noite, embora menos do que ontem, também foi uma noite de chuva. Felizmente de manhã quando acordámos, o dia já não tinha nada a ver com o de ontem, pois o sol já brilhava.
Saímos da àrea às 09.30 e voltámos para Antagnod, onde estacionámos junto a um miradouro que ficava a 1769 metros de altitude e de onde se avistavam as montanhas.Esta pequena localidade fica numa encosta e descemos depois a pé até à Igreja Paroquial de Saint Martin, que é de forma rectangular, com três naves separadas por colunas de pedra e o seu altar barroco é magnífico, todo ele em madeira esculpida e trabalhada.Depois de visitarmos esta igreja, continuámos a viagem para Champoluc e seguimos até Saint-Jacques, que é o último povoado do vale.Regressámos a Champoluc, onde estacionámos junto à Igreja e andámos a pé a ver a povoação, que se encontra a 1568 metros de altitude e é muito bonita, com as suas casas todas em madeira, ou em pedra e depois forradas a madeira e muito floridas, aliás como em toda esta região da Aosta, o que lhes dá um aspecto agradável.Após este passeio voltámos para Brusson e parámos na àrea onde tínhamos dormido, para fazer o almoço e almoçar.
Depois do almoço descemos novamente este vale até Verrès, onde entrámos na SS26, seguindo até Chatillon e virando aqui para o Valle Valtournenche, tendo subido até Valtournenche, onde ficámos no Camping Glair. Chegámos às 15.30 e já não saímos.

20º Dia - Valtournenche/Aosta - 76.4 Km

Após uma noite bastante fria, saímos do camping às 10 horas e fomos até Breuil Cervinia, que fica a 2050 metros de atitude, onde estacionámos e fomos apanhar o funicular para o Monte Cervino, depois de comprar os bilhetes e uma senha para o almoço no Refúgio.
Esta subida em funicular é feita em três etapas, sendo a primeira numa cabine que leva 85 pessoas e nos sobe até Plan Maison a 2581 metros, a segunda, em cabines de 12 lugares, leva-nos a Cima Bianche que está a 2803 metros e a terceira e última etapa é feita em cabines de 140 lugares, que nos levam até ao Refúgio Guide del Cervinio, o qual se encontra a 3480 metros de altitude.Quando chegámos lá acima, estavam 5º C negativos (mês de Agosto) e fazia um frio de rachar. Entrámos logo para o refúgio, onde se sentia um agradável calor, tendo de se despir os casacos. Almoçámos "Polenta" com carne de vitela, vinho e água, sobremesa e café. A Polenta é um prato típico da região do Vale de Aosta e Piemonte.
Depois do almoço e já agasalhados, fomos muito rápidamente tirar algumas fotografias, pois não se podia estar lá em cima. Voltámos para baixo e fomos dar uma volta em Breuil, que tem uma rua pedonal cheia de lojas dos mais variados artigos.Retomámos a seguir novamente a estrada do vale para Chatillon. Uma vez aqui e pela SS26, seguimos para Aosta, tendo ainda saído desta estrada para Fenis, onde fomos visitar o Castelo, que é uma obra medieval de 1242, construído pela família Challant num local pouco estratégico, mais para mostrar o poder financeiro de que dispunha do que própriamente para defesa. Na época constava apenas a Torre quadrada e o Pombal do lado sul, uns corpos de habitação e uma muralha. Foi no séc. XIV que houve significativas modificações que deram lugar à sua fisionomia actual.








Este castelo encontra-se num estado maravilhoso de conservação e devido a isso, tem sido utilizado como cenário em filmes.
Depois da visita voltámos à SS26 e desta vez fomos mesmo até Aosta, onde pernoitámos numa Àrea de ACs, localizada logo à entrada da cidade, a qual já se encontrava práticamente cheia e onde chegámos às 20.30.

21º Dia - Aosta - 0 Km

Aosta é a capital do Vale de Aosta, que é uma região autónoma e oficialmente bilingue, adoptando tanto a língua italiana como a francesa. Ela conserva a planta urbanística original, desde a sua fundação pelos romanos no ano 25 a.C.
Saímos da área de ACs às 09.30 e fomos a pé até ao Arco Romano de Augusto, que data do séc. I a.C., seguindo depois pela Via Sant Anselmo, que é uma rua pedonal.A meio desta rua virámos à direita e fomos ao Complexo di Sant'Orso, que é composto pela Basilica di S. Lorenzo,

os Claustros,

a Torre, que mede 46 metros de altura com quatro andares e janelas perto do seu topo. Foi construída entre 994 e 1025 e teve alguma reconstrução no séc. XV, sendo o edifício medieval mais importante da cidade.

e as Ruínas da antiga igreja.Voltámos à Via Sant Anselmo e continuámos por ela até à Porta Pretoriana, que também data do séc. I a.C. e era a maior das quatro portas da Aosta romana, que tem preservadas as suas formas originais.Fomos até às ruínas do Teatro Romano, cuja fachada que se mantém de pé tem 22 metros de altura e que podia levar 4000 espectadores.Continuámos e passámos na Piazza Emilio Chamoux, onde se situa o Hotel de Ville.Continuámos e fomos visitar a Cattedrale di S. Maria Assunta (Nossa Senhora da Assunção), que fica nas imediações e que começou a ser construída no séc. XI, no local onde antes existia uma do séc. IV, e foi muitas vezes remodelada. Ela apresenta uma fachada neo-clássica muito bonita, que foi construída entre 1846 e 1848. É o edifício cristão mais importante da região e também o mais antigo. Na sua cripta, a abóboda assenta sobre dez colunas de pedra.
Passámos depois junto ao Museo Archeologico Regionale e fomos até à Tour Neuve, que é uma velha torre cilindrica situada num dos cantos da muralha romana da cidade.

Viemos pela Via Edouard Aubert até à praça onde se localiza a câmara e depois pelas mesmas ruas até à àrea das ACs, onde almoçámos.
Depois do almoço estivemos a descansar até às 16 horas e fomos a seguir apanhar o teleférico para Pila, que fica junto à estação dos caminhos de ferro. Eram já 17 horas e quando fui comprar os bilhetes, a empregada disse que ele demorava 20 minutos para cada lado e a última descida era às 18 horas. Hesitámos um pouco mas lá acabámos por ir, sendo que lá em cima foi mesmo só o tempo de tirar umas fotografias e regressar. Na fotografia abaixo pode ver-se lá ao fundo a cidade de Aosta.

Quando lá estávamos, andava um helicóptero a transportar baldes de argamassa para uma qualquer obra que estariam a fazer na montanha. Ficámos com pena de ter ido tão tarde, pois verificámos que com mais tempo dava para se fazer caminhadas. Havia também muitas pessoas deitadas ao sol.. Pila está a 1800 metros de altitude e lá de cima conseguimos ter uma visão sobre todos os montes ali à volta e que são: o Rosa, o Cervino, o Branco e o Gran Paradiso.

Voltámos para baixo e fomos para a AC e por lá ficámos.

Continua...

3 comentários:

Vagamundos disse...

Isso é quefoi uma caminhada. Como sempre relato está exemplar.
Abraço

Rosa Maria disse...

Caro João!
Sempre é muito bom ler seus relataos e ver as fotos de suas viagens.
Muito obrigada pelas felicitações.
Desejo a vocês muita paz e amor.
Um forte abraço

Dubis disse...

Grande viagem!Não param de nos surpeender com as vossas viagens e coragem de fazer tantos km!


Abraços