domingo, 8 de novembro de 2009

2005 - Viagem a França e Itália, realizada de 16.07 a 15.08, com passagem por Espanha, num Total de 7721.9 quilómetros percorridos. (Parte I)

Nota: Este ano, por estar previsto o nascimento da nossa primeira neta para a última semana de Julho, vamos andar por perto de Turim para que no primeiro telefonema nos seja possível a deslocação rápida para esta cidade.

Na imagem publicada em baixo pode ser visto o percurso efectuado.

1º Dia - Algueirão/Calatayud - 899.1 Km

Saímos do Algueirão às 05.30 e fomos pelo IC19 e Ponte 25 de Abril.
Entrámos depois na A2 e a seguir mudámos para a A6, indo nela até ao Caia, por onde entrámos em Espanha.
Chegámos à fronteira às 08.17 (9.17 em Espanha), depois de termos tomado o pequeno almoço na àrea de serviço de Estremoz.
Em Espanha fomos pela A5 até Madrid, onde estavam 36ºC quando a atravessámos. Parámos para almoçar em Alcalá de Henares, junto ao Centro Comercial Alcampo.
Depois do almoço fomos tomar café ao Centro e retomámos a nossa viagem. Alguns quilómetros antes de Calatayud, via-se ao longe o fumo do que deveria ser um grande incêndio.
Como estava muito calor e apesar de ainda ser cedo, resolvemos ir ficar nesta localidade. Foi assim que ficámos no Camping Calatayud, ao qual chegámos às 17.25.
Quando chegámos à recepção, verificámos num termómetro ali existente, que estavam 40ºC.

2º Dia - Calatayud/Montclar - 578.7 Km

Apesar do calor que fazia ontem quando chegámos, durante a noite arrefeceu bastante e hoje quando nos levantámos só estavam 18ºC.
Saímos do camping às 8 horas e fomos pela A2 até Zaragoza, seguindo depois pela NII até Lérida e um pouco à frente virámos para Andorra.
Como tinha planeado vir por esta estrada até La Seu d'Urgell, onde viraria para França e verificando nesta localidade que estava a apenas 10 Km de Andorra, resolvemos ir até lá para encher o depósito de gasóleo, uma vez que compensava fazer mais aqueles quilómetros.
Chegados a Andorra, fomos primeiro ao Centro Comercial Punt de Trobada, que fica logo à entrada e adquirimos alguns produtos.
Quando saímos do Centro fomos a San Juliá de Loria, que fica logo a seguir, atestar a AC e aí verificámos que já estavam 38ºC.
Voltámos a sair de Andorra e em La Seu d'Urgell, virámos pela N260 para Bourg Madame, que é a fronteira por onde entrámos em França.
Passada a fronteira seguimos pela N116 para Font Romeu, que é uma estância de inverno e daqui fomos até Mont-Louis, onde parámos para ir visitar a Citadelle.
Mont-Louis está situada a 1600 metros de altitude, sendo a cidade fortificada mais alta de França e encontra-se no coração do Parc Naturel Régional des Pyrénées Catalanes. A Citadelle começou a ser construída em 1679 e terminou em 1681.

Entrámos por uma porta nos fundos, junto ao estacionamento, e subimos depois até ao interior, onde existem ruas e muitas lojas de comércio. Também está lá uma igreja construída a partir de 1733.

Depois de termos dado uma volta por lá, saímos pela porta principal. Continuámos a nossa viagem pela D118 na direcção de Carcassonne, até Montclar, onde ficámos no Camping Domaine d'Arnauteille, tendo chegado às 20.30.

A estrada D118 é uma estrada estreita e na maior parte do seu percurso é toda em curvas.

3º Dia - Montclar/Pradelles - 413.1 Km

Saímos do camping às 9 horas e continuámos pela D118 até Carcassonne, virando depois pela N113 para Narbonne e daqui pela N9 até Béziers.
Em Béziers continuámos pela N9 até entrar na A75 para Millau. Parámos para almoçar na área de serviço de Le Caylar, que era uma área muito grande, onde havia um supermercado e um restaurante.
Após o almoço seguimos viagem pela A75 e atravessámos o novo Viaduto de Millau, que foi inaugurado no dia 14 de Dezembro de 2004 e é o mais alto viaduto do mundo, com uma altura de 340 metros (superior à altura da Torre Eiffel), um comprimento de 2460 metros e uma largura de 32 metros, o qual atravessa o Vallée du Tarn. Foi construído sobre 7 pilares de betão, de onde partem os cabos de aço que suportam o tabuleiro. A sua construção começou no dia 10 de Outubro de 2001.
Depois da portagem, saímos por um caminho provisório que dava acesso a uma zona com parques de estacionamento onde, depois de pararmos, subimos até um miradouro de onde se tinha uma vista panorâmica do viaduto.

Notava-se que ainda estava tudo em construção, pois havia muitas coisas provisórias.
Depois das habituais filmagens e fotografias, voltámos à estrada e seguimos pela D991 e pela D110 até Montpellier le Vieux. Estas estradas secundárias são muito estreitas, mas têm belas vistas. Quando seguíamos por elas, começou a cair uma chuva miudinha e ao chegar a Montpellier le Vieux, resolvemos voltar para trás pois tinha de se pagar para entrar e como estava a chover e aquilo tinha de ser visto a pé ou em "petit train", não dava nem para uma coisa nem para a outra.
Continuámos então pela D907B através das Gorges du Tarn. Também esta estrada é estreita e com muitas curvas e algumas em tuneis cavados nas paredes rochosas.
Virámos em Ste. Enimie pela D986 para Mende e depois pela N88 até Pradelles, onde chegámos às 19.30 e ficámos no Camping Municipal Le Rocher de Grelet.

4º Dia - Pradelles/Bourg d'Oisans - 361.2 Km

Hoje quando acordámos estavam 16ºC. Levantámo-nos cedo e saímos do camping às 07.45.
Seguimos pela N102 para Aubenas e depois para Valence pela N304. Em Valence fomos pela N532 e pela A49 para Grenoble. Nesta cidade tomámos o caminho de Vizille pela N85 e continuámos pela mesma estrada na direcção de Gap. Íamos à procura do Train Turistique de La Mure, que pretendíamos apanhar na Gare de St. Georges de Commiers.
Fomos por esta estrada até La Mure e estivemos junto à gare do comboio, mas como pretendíamos fazer o percurso inverso, voltámos novamente para Vizille. Seguimos então um pouco pela N91 no sentido de Briançon, mas verificando que não era por ali, voltámos também para trás. Depois de ter perguntado a um casal francês que estava parado numa autocaravana e tendo eles consultado um mapa, em virtude de também não saberem, lá nos indicaram o caminho e voltámos então novamente para trás pela N85 até junto de Champ sur Drac, onde virámos pela D529 para St. Georges de Commiers.
Uma vez ali, estacionámos junto à gare e já quase em cima da hora da partida, fomos comprar os bilhetes e embarcámos, para logo de seguida o comboio partir.
















O Caminho de Ferro de La Mure foi criado para descer o carvão extraído das minas, até Grenoble. Foi inaugurado em 24 de Julho de 1888 e foi o primeiro comboio do mundo a ser electrificado. Hoje ele serve apenas turisticamente e percorre uma distância de 30 Km, subindo de uma altitude de 316 metros até aos 882 metros em La Mure, em 1 hora e 50 minutos.Na descida ficou-se por 1 hora e 35 minutos. Agora a nossa impressão: Não recomendamos. Com o preço dos bilhetes (36 €), mais valia termos ido almoçar a um restaurante.
Terminado o passeio, voltámos para Vizille e aí tomámos a N91 para Briançon, tendo ficado em Bourg d'Oisans no Camping Le Colporteur, onde chegámos às 19.30.
5º Dia - Bourg d'Oisans/Turim - 192.7 Km

Hoje ao levantar só marcavam 14ºC no termómetro da AC, mas não seria própriamente uma surpresa, pois já estávamos na zona dos Alpes e o camping estava todo rodeado por altas montanhas.
Saímos do camping às 09.30 e continuámos pela N91 na direcção de Briançon.
Parámos em La Grave e subimos no teleférico até La Meije, que fica a 3450 metros de altitude, estando o Grand Pic a 3982 metros.Este teleférico é composto por cinco cabines de seis lugares cada. Aos 2400 metros mudámos para outro teleférico que nos levou até lá acima. Ao chegar lá acima deparámo-nos com um cenário todo de neve.















Andámos um pouco pela neve e fomos visitar a Gruta de Gelo que é espectacular.














É uma gruta cavada na neve e no seu interior, que é composto por alguns pequenos tuneis, estão esculpidas no gelo várias figuras de animais.Depois de sairmos da gruta, fomos andar mais um pouco pela neve e tirámos algumas fotografias para ficarem para a posteridade. A dada altura, a M.A. enterrou uma perna na neve até ao joelho e teve de vir um senhor ajudar a tirá-la de lá, pois eu não estava a conseguir porque só me dava vontade de rir.
Viemos depois para baixo e almoçámos no parque de estacionamento.
Depois do almoço fomos dar uma volta em La Grave, após o que seguimos viagem até Briançon pela N91 e a partir daqui subimos até Montgenèvre. Passámos a fronteira para Itália e logo a seguir estivemos parados mais de meia hora, pois havia obras de alargamento da estrada e em alguns locais só se passava por uma via alternadamente. Além desta paragem ainda tivemos outras, mas menos demoradas. Mais à frente entrámos na auto-estrada A32 para Turim e chegámos a casa da C. às 18.45.

6º Dia - Turim - 15 Km

Hoje saímos de manhã e fomos com a C. ao hospital para ela marcar uma consulta de controle (ela está no final da sua primeira gravidez).
No regresso a casa, parámos no Parco Ruffini, junto à futura casa dela, para tirar uma fotografia para recordação daquela barriga.
A seguir fomos para casa e lá permanecemos.

7º Dia - Turim - 14 Km

Hoje voltámos ao hospital, pois a C. tinha a consulta que marcou ontem e ficámos a saber que estava tudo a correr bem. Regressámos a casa e já não saímos.

8º Dia - Turim/Cremona - 284 Km

Como o nascimento ainda podia demorar, resolvemos ir dar uma volta sem nos afastarmos demasiado.
Saímos de casa da às 09.15 e fomos ao supermercado para nos abastecer. Seguimos depois pela tangencial e entrámos na auto-estrada A21 até Asti. Saímos para Asti Este e continuámos a partir daqui pela SS10, passando por Alessandria e parando para almoçar à saída de Tortona.
Após o almoço, seguimos pela mesma estrada até Voghera e depois até Casteggio, onde virámos pela SS35 para Pavia.
Continuámos até Certosa di Pavia e fomos visitar a Cartuxa de Nossa Senhora das Graças, que é mais conhecida por Cartuxa de Pavia.Esta Cartuxa foi fundada em 27 de Agosto de 1396 e os trabalhos de acabamento e embelezamento duraram até aos últimos anos do séc. XVII. A sua fachada que é toda trabalhada em mármore branco, foi iniciada em 1475 e só foi terminada em 1560.
A igreja tem 81 metros de comprimento por 61 de largura e é composta por três naves divididas por delgados pilares de pedra. O interior é inspirado no da Catedral de Milão.


Da igreja passámos para o Claustro Menor, onde na parte inferior do telhado, há à volta de 600 cabeças e bustos de santos, profetas e monges.O Claustro Maior é formado por 123 arcadas apoiadas em colunas de mármore branco e tem 124 metros de comprimento por 102 de largura. À volta há uma fileira de 24 casitas, separadas umas das outras, onde os cartuxos viviam práticamente como eremitas e passavam a maior parte do dia rezando e trabalhando.A Cartuxa foi fechada em 1782 e reaberta em 1843, para ser definitivamente encerrada em 1881, tornando-se propriedade do estado. Hoje a Cartuxa é habitada pelos monges cistercenses, que cultivam os campos e produzem licores a partir da destilação de ervas criadas por eles.
Depois de visitar a Cartuxa, voltámos para Pavia e daqui seguimos pela SS234 para Cremona, tendo ficado nesta cidade no Camping Parco al Po, onde chegámos às 17.30.

9º Dia - Cremona/Vicenza - 212.9 Km

Cremona é uma cidade da região da Lombardia, localizada na margem esquerda do rio Pó. É conhecida pela sua arte no fabrico de violinos, que ainda hoje se pratica.
Saímos do camping às 9 horas e seguimos para o centro, onde estacionámos e fomos visitar a Catedral.Esta Catedral foi edificada entre 1107 e 1332 e possui uma rica fachada em mármore branco com um alpendre e uma torre sineira, o Torrazzo, de 111 metros de altura. O interior é magnífico.Após a visita do centro desta cidade, seguimos para Mantova pela SS10, continuando para Verona pela SS62. Aqui, continuámos pela SS11 para Vicenza, tendo parado antes de Vicenza para almoçar.
Depois do almoço seguimos viagem e à entrada de Vicenza vimos a indicação de um camping e resolvemos ir ficar nele. Seguimos então essa indicação, mas esta deixava de existir quando havia bifurcações de estradas e tivemos alguma dificuldade em chegar até ele.
Ficámos então no Camping Vicenza, onde chegámos às 14.50 e depois de escolher o lugar, aí deixámos a mesa e as cadeiras a marcar.Vicenza é uma pequena cidade da região de Veneto, que convida ao passeio a pé, devido à sua pouca extensão.
Voltámos a sair e fomos para o centro, onde parámos perto da Piazza Matteotti e fomos a pé até ao Teatro Olímpico, que foi o primeiro teatro coberto.Este Teatro, construído entre 1580 e 1585 em madeira e estuque, foi desenhado por Palladio, seguindo o modelo dos teatros antigos. O palco é admirável, com nichos, colunas e estátuas que se sobrepõem e deixam entrever extraordinárias prespectivas. Daqui seguimos para o Templo di Santa Corona, de onde tive de sair por não estar vestido adequadamente (estava de calção e camisola de alças).Este templo é uma igreja dominicana, cuja construção começou em 1261. O exterior caracteriza-se pelo seu grandioso pórtico de mármore e o seu campanário.
Passámos depois pela Piazza dei Signori, onde fica a Basílica Palladiana a um dos lados e ao fundo desta praça erguem-se duas colunas, uma com um leão e a outra com o Santo (S. Marcos).Esta praça está para Vicenza, como a praça de S. Marcos está para Veneza, pois é um lugar de reunião ao ar livre.
Seguimos para a Piazza Duomo, onde se encontra a Cattedralle, construída entre os séc. XIV e XVI, a qual apresenta uma fachada bicolor gótica.Como era domingo, não conseguimos comprar postais ilustrados e as habituais lembranças, porque estava tudo fechado.
Voltámos para o camping, mas antes disso ainda nos sentámos numa explanada a saborear duas (uma cada um) enormes taças de gelado. A minha, além do gelado, ainda tinha várias frutas (banana, kiwi, maçã, uvas, pêssego, melão e ananás).

10º Dia - Vicenza/Turim - 451.9 Km

Saímos do camping às 09.15 e fomos pela SS11 até Pádua, onde estacionámos num parque junto ao Prato della Valle.
Pádua é uma cidade conhecida internacionalmente, por ser a cidade onde Santo António, nascido em Lisboa em 1195, passou parte da sua vida e veio a falecer em 1231. É também um importante centro artistico de Itália, com inúmeros palácios medievais e igrejas de cúpulas douradas.
Ao deixar a AC no parque, atravessámos o Prato della Valle, que é uma praça oval do séc. XVII, a qual forma uma ilha e que está rodeada de estátuas de homens ilustres. Dirigimo-nos para a Basílica de Santo António, que é a maior igreja de Pádua, embora não seja a catedral e que é conhecida como "Il Santo". A sua construção começou em 1238, sete anos após a morte de Santo António, que ocorreu em 13 de Junho de 1231 e foi concluída em 1310. É um edifício gigante sem um estilo arquitectónico definido e sem dúvida, o complexo mais famoso da cidade de Pádua. A sua fachada tem 37 metros de largura e 28 metros de altura.É administrada pelos Frades Franciscanos Conventuais e é um lugar de peregrinação. No seu interior, há numerosos monumentos funerários erguidos em homenagem a homens de armas, estudiosos, eclesiásticos, etc., sendo um deles o Túmulo de Santo António, onde repousam os restos mortais do Santo há mais de sete séculos.
Mais ao lado situa-se a Capela das Relíquias, que foi erguida nos finais do séc. XVII, em estilo barroco e que é o local onde se conservam as recordações da vida do Santo.Estão também lá a Relíquia da Língua, das Cordas Vocais e dos Dentes, que foram encontrados intactos aquando da transladação dos restos mortais, vários anos depois da morte.
Passámos pelos Claustros e assistimos a seguir a uma exposição cinematográfica da vida de Santo António.Depois desta visita, passámos ao lado do Jardim Botânico, que é o jardim botânico universitário existente, mais antigo do mundo. Foi fundado em 1545.
Seguimos para a Basílica di Santa Giustina, que é um templo do séc. XVI.Quando estávamos lá dentro, telefonou a C. a dizer que já estava na maternidade. Sem termos práticamente visto nada, pois tínhamos acabado de entrar, regressámos rápidamente à AC e seguimos pela auto-estrada A4 na direcção de Turim. Chegados a esta cidade, fomos pela tangencial e saímos para o Lingotto, seguindo depois a indicação do Camping Villa Rey, onde chegámos às 20.30.

Continua...

10 comentários:

Teresa disse...

Olá João
Que belas imagens das cidades do norte de Itália. Cada vez tenho mais vontade de comprar uma autocaravana.
Abraço.

Vagamundos disse...

Olá João. Como sempre uma crónica entusiasmante. Não tinhamos noção da grandeza da Igreja de Santo António em Padua. E aquela gruta de gelo ficou-nos na retina. Pena a visita ter sido interrompida mas por uma causa mais do que válida. A primeira neta chamava pelos avós!
Abraço

Su disse...

Belíssimas fotos e lugares maravilhosos, é ótimo poder conhecer mais dos lugares através de suas viagens. E parabens pela netinha!

Beijos

Guida disse...

Que belissímas fotos e que óptima crónica. Acho que um dia destes vou aproveitar as suas dicas para dar um saltinho a Pádua e Turim.

Mendes disse...

Olá Morgado!
Viajar é uma aventura, vocês são dois aventureiros maravilhosos que nos trazem tantas informações e tal quantidade de fotografias que ao lermos seus relatos temos a nítida impressão de estarmos viajando juntos em caravana... parabéns amigo.
(me permita usar algumas informações para o nosso Projeto-2010)

João Morgado disse...

Teresa,
Vá em frente, o que custa mais é dar o primeiro passo, depois só queremos ter mais tempo.
Um abraço

Anabela e Alexandre,
A Basílica de Sto. António é realmente impressionante e ele é mais adorado em Pádua do que própriamente em Lisboa (tirando o feriado e os casamentos).
Um abraço

Su,
Obrigado pelo seu comentário. A ideia de ter iniciado este blog, foi mesmo a de levar outros a passear comigo. Como digo no início, estou-me a socorrer de um diário que faço habitualmente nas viagens a partir de 1990, mas esse até agora só era visto por mim. Desta maneira abri o diário ao mundo, com pequenos arranjos.

Guida,
Toda a Itália é linda, mas o norte tem belas paisagens e a Guida não está assim tão longe. Vá em frente.
Um abraço

Elmireno,
Aproveite tudo o que quiser, só tenho pena se não puder ajudar mais.
Um abraço

Café com Bolo disse...

Oi João, só hoje descobri porque o link que coloquei no meu blog não era o seu, faltava o -.
Tem um blog com o mesmo nome, só que não era o seu...só hoje, prestei atenção nisso e descobri...coisas de uma desligada por natureza....
Lindo post, como sempre...parabéns pelo netinho e apareça pra tomar café com bolo comigo.
grande abraço!

João Morgado disse...

Olá Glorinha!
Nunca um "-" fez tanta diferença, não é? E já agora não troque o sexo à pequena, que já vai com 4 aninhos.
Um abraço

M.Eugenia disse...

Muy buena crónica del viaje, lugares impresionates, preciosas las fotos del Cervino y muy interesante la gruta de hielo.
Saludos

João Morgado disse...

M.Eugenia
Obrigado pelo seu comentário.
Um abraço